Paratleta Ana Caroline bate recorde Indoor recurvo feminino olímpico

Paratleta Ana Caroline Manosso Lima, nascida no Paraná, morando em Itajaí-SC desde 2007 bate o recorde estadual paralímpico, no indoor (18 metros) e continua sendo recordista no outdoor (70 metros)

Ana Bracarense
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Crédito: Arquivo Pessoal de Ana Caroline

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A paratleta competindo no Indoor recurvo feminino olímpico, o recorde era de 500 pontos e ela bateu esse recorde na última etapa, sua pontuação foi de 507.

Seu recorde pessoal no outdoor é de 441 pontos é de 500 pontos, da Francini de Andrade. Contudo, no paralímpico, a paratleta é a recordista, com 441 (seu recorde pessoal) no outdoor e 507 no indoor.

A paratleta e seu técnico, Eduardo Pires Vargas, têm treinado desde 2017, e desde então vem batendo recordes pessoais que gradativamente começaram a se tornar recordes na modalidade e categoria.

Na última etapa do Catarinense indoor, ela bateu o recorde estadual feminino olímpico, ou seja, agora ela é detentora tanto do recorde estadual olímpico feminino quanto paralímpico.

“Enquanto eu estava estabelecendo recordes paralímpicos, apesar de ficar feliz e ter a sensação de dever cumprido, ainda não estava satisfeita. Quando batemos o recorde olímpico também, foi um momento incrível, foi um resultado excepcional, apesar de não ter sido uma grande surpresa, pois temos treinado e nos preparado justamente para alcançar este tipo de resultado”, diz Ana.

“Ainda sim, fico surpresa, pois nesta mesma etapa, também disputei o 1º lugar, numa competição que preciso competir também com homens (maioria) e algumas mulheres, ambos sem deficiência, e conseguir disputar uma medalha de ouro, é tão bom quanto bater recordes. Então nesta etapa eu terminei o classificatório (1ª parte da competição) em 3º lugar geral, e combati até a final disputando o ouro (2ª parte da competição)”, diz paratleta Ana.

Apesar dela ter ficado com um segundo lugar, ela fez um excelente combate perdendo apenas na flecha da morte (quando a disputa empata e o resultado é definido por uma flecha).

O acompanhamento de ótimos profissionais sempre é importante, neste caso não é diferente. Como exposto anteriormente, Ana tem um técnico pós-graduado em treinamento desportivo, que tem excelentes conhecimentos acerca de deficiências e limitações físicas, além dos treinos em tiro com arco ele também é meu preparador físico.

Além disso, recentemente ela iniciou acompanhamento com uma psicóloga para estar preparada psicologicamente para as situações relacionadas à modalidade. Apesar disso tudo, e treinar mesmo quando ela não quer, é o que ela tem feito e está funcionando.

“Quando eu escolhi ser atleta, tive que abrir mão de muitas coisas, para alcançar outras. Mesmo assim, tento manter uma rotina em que eu tenha tempo para família, amigos, estudos e hobbies, sem isso, manter bons resultados no esporte, fica mais difícil, tudo precisa ter um equilíbrio”, finaliza Ana.

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