Coordenador da CBF avalia trabalho feito na seleção feminina: “sei o quanto fui importante”

O coordenador da CBF, Marco Aurélio Cunha, fez uma avaliação sobre o trabalho que tem sido feito nos últimos anos com a seleção brasileira de futebol feminino, e ressalta que não mudaria nada, mesmo com as críticas recebidas nos últimos anos por parte dos torcedores.

Jéssica De Paula Alves
Jornalista amapaense migrada em Belo Horizonte (MG). Nascida em março de 1990, é gremista e adora esportes desde a infância. Faixa branca em jiu-jitsu, também é fã de rock e ama unir suas paixões.

Crédito: Divulgação/CBF

Em entrevista ao UOL Esporte ele deixou claro que acredita ter sido muito importante para a modalidade. “Eu sei o quanto fui importante para o futebol feminino nestes quatro anos. Quem trabalhou comigo reconhece isso. Pode até não gostar por algum motivo, mas reconhece. Eu não mudaria nada do que fiz. Tudo o que podia ser feito foi feito. Dentro de um curto prazo, com um número enorme de atletas que vinham de lesões anteriores em seus próprios clubes, com diferenças de agenda… A gente conseguiu jogar em alto nível”, respondeu.

Assim, ele enfatizou que sua colaboração tem sido feita da melhor forma possível, mesmo não recebendo o devido crédito dos torcedores. Contudo, Marco Aurélio destaca que a modalidade ainda está em crescimento no país. “A minha função é fazer a gestão das seleções. Eu gosto do que faço, tenho boa relação com todos. Eu ouço aqui o que falam, relevo muita coisa e procuro não dar muito crédito”, completou.

Novo técnico

Posteriormente, Marco Aurélio revelou ter recebido de Rogério Caboclo a “missão” de definir o novo técnico da seleção brasileira. Porém, ele não descarta a possibilidade de deixar o cargo (ou mudar de função dentro da entidade) se o presidente da CBF assim desejar: “Eu não peço para permanecer, nem me preocupo com isso. A minha missão é acatar o que o presidente quer. Eu sou desapegado das coisas.”

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