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Ex-promessa do Flamengo, “Drogbinha” não descarta voltar ao Brasil

Revelado pelo Flamengo em 2009, Diego Maurício lembra com carinho sua passagem pelo rubro-negro. Hoje na Coréia do Sul, ele não descarta voltar ao Brasil no futuro, mas se diz adaptado ao futebol coreano

Antonio Carlos Junior
Colaborador do Torcedores.com.

Chamado de “Drogbinha” pela torcida do Flamengo devido a semelhança na aparência com o craque marfinense, Diego Maurício estreou pelo rubro-negro em 2010. Na partida contra o Barueri ele sofreu um pênalti, convertido por Vágner Love. O Flamengo venceu a partida por 3 x 1.

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Há três anos jogando na Coréia do Sul, Diego Maurício não utiliza mais as tranças, mas diz que o apelido não ficou para trás.

“Até aqui na Coreia do Sul me chamam de Drogbinha. Os jogadores coreanos que acompanham o futebol brasileiro me chamam, marcou, não tem como tirar”, revelou Diego.

Depois de duas temporadas no Gangwon FC, Diego se transferiu este ano para o Busan IPark, da segunda divisão. Nos últimos dois anos ele se destacou com 20 gols em 71 jogos. Nesta temporada, o ritmo segue o mesmo, e ele vem sendo importante na briga do Busan pelo título.

“Pra quem está de fora pode parecer um campeonato fácil, mas só quem está dentro sabe o quão é difícil jogar e se manter por aqui por anos. Está sendo uma temporada boa da minha parte e também pra minha equipe. Esperamos terminar o ano sendo campeão da liga. Sabemos que o Busan tem condições disso e estamos atrás da taça.”

Apesar de estar adaptado ao futebol asiático, Diego não esconde a saudade do Brasil.

“Meu período está sendo melhor do que poderia imaginar. Graças a Deus eu e meus familiares vivemos muito bem e isso facilita para eu ter uma cabeça boa pra executar o meu trabalho dentro de campo. Sondagens sempre têm. Alguns times fizeram propostas para eu voltar, só que não deu muito certo. Mas espero um dia voltar ao futebol brasileiro”

“O Flamengo marcou a minha vida, não tem como negar. Comecei lá com 8 anos de idade e fui sair com 22 anos. Foram 14 anos de vida vividos dentro do Flamengo. A saudade sempre bate do futebol brasileiro, do meu país.”

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