Dia do Folclore: relembre 10 jogadores folclóricos do futebol brasileiro

Data é comemorada no Brasil neste dia 22 de agosto

Matheus Camargo
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/Desimpedidos

Quem pode esquecer de jogadores lendários do futebol brasileiro como Pelé, Zico, Garrincha, entre outros que marcaram gerações pelo bom futebol e por escrever a história do esporte?

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Mas quem é também que esquece os jogadores que contam as histórias e que ficam marcados não só pelo campo, mas também por serem nada menos que folclóricos. Em pleno Dia do Folclore, o Torcedores.com fez questão de relembrar 10 jogadores folclóricos do futebol brasileiro:

Cesar Greco/Agência Palmeiras

Amaral

Um dos jogadores mais folclóricos do futebol brasileiro é o ex-volante Amaral, que ganhou ainda mais fama nos últimos ao apostar na carreira artística. Muito presente em canais de Youtube e programas de TV, é cercado de histórias de vestiário e não deixa de explanar, com bom humor, os ex-companheiros. Mas quem pensa que Amaram é só isso, o ex-jogador teve ótima passagem pelo Palmeiras e chegou à Seleção Brasileira.

Folclore

Divulgação/Oeste

Zé Love
O atacante de 31 anos segue em atividade, mas ganhou projeção entre 2010 e 2011, quando substituiu André e foi companheiro de ninguém menos que Neymar e Ganso na conquista da Libertadores de 2011. Zé Love ficou muito famoso também por se negar a fazer um teste no Milan e decretar: “Zé Love não faz testes, ganhou a Libertadores”. Um folclore do futebol no Brasil.

Folclore

Divulgação/Atlético

Dadá Maravilha
Um dos mais famosos jogadores das décadas de 60 e 70, foi pivô da demissão de João Saldanha da Seleção Brasileira antes da copa de 1970, na qual foi convocado e é tricampeão mundial. Nunca negou que “não era tão bom assim”, mas que “ninguém cabeceava como Dadá”. É ídolo do Galo.

Folclore

Divulgação

Vampeta
Há algo mais folclórico que um campeão do mundo dar cambalhotas na rampa do Palácio do Planalto? Provavelmente não. É mais um que segue à risca os passos de Amaral. É mais conhecido pelas histórias atuais, mas tem um grande passado em campo. Além de campeã do mundo com a Seleção, é ídolo do Corinthians.

John Wesley/Atlético Itapemirim

Flávio Caça-Rato
O “CR7 do Nordeste” é ídolo do Santa Cruz e esteve no clube pernambucano no acesso da Série C à Série B do Brasileirão. O nome do jogador virou assunto internacional e o tornou conhecido em todo o Brasil, especialmente por ser o grande responsável pela ascensão do Santinha.

Folclore

Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians

Perdigão
Símbolo do jogador que cansou da vida de atleta e está curtindo a vida é o ex-volante Perdigão. Com muitos quilos a mais em relação à vida de profissional, é mais um que aparece em vídeos de Youtube e em rolês “aleatórios”, especialmente ao lado do amigo Adriano Gabiru e com certeza se tornou um folclore do futebol brasileiro.

Divulgação/Flamengo

Obina
Diferentemente dos outros citados, Obina jamais foi um folclore fora de campo, mas sim dentro. Mesmo visivelmente acima do peso em alguns clubes, era sempre o atleta mais querido dos elencos e marcava muitos gols. No Flamengo, ganhou música que foi hit em 2006 e 2007: “Obina é melho que Eto’o”. No Palmeiras, marcou três gols em uma vitória acachapante sobre o Corinthians por 3 a 0 e ganhou admiração.

Walter Minhoca
No caso do Minhoca, a presença na lista se dá pelo nome. O jogador foi bem no Ipatinga em 2005 e ganhou uma chance em nada menos que o Flamengo em 2006, em uma transação que ficou famosa muito mais pelo jogador ter herdado a camisa 10 que foi de Zico.

Folclore

Divulgação/Vasco

Beto
Uma promessa do futebol carioca na década de 90 e que foi muito bem no início da carreira, mas que recebeu um apelido que o acompanhou durante toda a carreira: Beto Cachaça. Uma das passagens que chamou a atenção com o ex-meia foi sua contratação pelo Napoli, que apostou no jogador como o substituto de ninguém menos que Maradona.

Tonhão
O ex-zagueiro simboliza o que eram os jogadores de defesa no futebol brasileira na década de 90. Só no Palmeiras, Tonhão fazia dupla com ninguém menos que Clebão, e montavam as torres gêmeas. Mas não parava por aí, estavam em atividade Odvan, Junior Baiano, Gonçalves e muito mais…

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