Pan 2019: Apresentadora brasileira ex-SporTV e ESPN anima a torcida

Jornalista Luciana Quaresma está pela segunda vez em Pan-Americanos como apresentadora de esportes da organização. Interage até em “portunhol”, como brinca

Anderson Lima
Colaborador do Torcedores

Crédito: Instagram Oficial / Luciana Quaresma

O Brasil está cada vez mais presente na natação no Pan 2019. E não é somente pelas 19 medalhas que nossos atletas conseguiram até o momento. É que o Centro Aquático de Videna, inaugurado em junho em Lima, conta com uma brasileira: É Luciana Quaresma, quem anima a torcida enquanto o palco das competições não está repleto de nadadores. Ela entrevista os atletas que conseguem uma suada e molhada medalha, interage com os torcedores, dança, diverte-se com a “ola” e esbanja alegria.

Luciana – atualmente residindo em Portugal – foi repórter no SporTV no início de sua carreira jornalística e na ESPN dos Estados Unidos por uma década. Sua experiência internacional trabalhando na Record em Lisboa e cobrindo o XGames nos EUA, o Pan do Rio em 2007 e as Olimpíadas de 2016 a ajuda nas funções de animadora de torcida e apresentadora: “Eu falo inglês e espanhol, que são as línguas principais ou até português quando é um atleta brasileiro. É mais difícil, tem a troca de inglês, espanhol, português”.

Apesar da habilidade, a jornalista brinca dizendo que usa o “portunhol” que tem: “Eu tento meu melhor espanhol possível, mas sempre temos ali nosso portunhol, apesar de ter estudado. Mas temos aquela de não ser a minha primeira língua e nem a segunda. Eu fico: será que estão me entendendo? Mas super acolheram, disseram que estava tudo ótimo. Falaram até que eu não parecia brasileira, mas equatoriana. Então está tudo certo”.

Passando pro lado de animadora da torcida da natação do Pan 2019, Luciana revela que já houve situações engraçadas. Em uma delas, ela quase caiu com Milco, mascote da competição (foto acima): “Eu estava na torcida, alguém se empolgou e eu quase caí. Outro dia eu estava dançando com o Milco e ele caiu ao vivo e eu segurei. São situações que não têm muito controle, mas quase cair no meio da arquibancada foi o pior”. Todavia, a repórter deixa claro que são “ossos do ofício”. “Claro que às vezes me mandam dançar com a mascote e eu tenho que aprender a coreografia, mas eu também curto”, conta.

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