Vôlei: 4 jogadores brasileiros que decepcionaram no Pan 2019 e ficam em baixa rumo à Tóquio-2020

O Brasil acabou sendo superado por Cuba na semifinal do Pan 2019, e ficou com a medalha de bronze no vôlei masculino, depois de vencer o Chile na disputa pelo terceiro lugar

Andressa Fischer
Gaúcha, 21 anos. Vôlei | Futebol Gaúcho | Flamengo

Crédito: Foto: Divulgação/CBV

Comandado no Pan 2019 por Marcelo Fronckowiack, e sem a seleção principal, o Brasil acabou ficando apenas com a medalha de bronze no torneio, e alguns jogadores que tinham uma expectativa alta para brilharem na competição, acabaram ficando abaixo do esperado e comprometendo o rendimento brasileiro.

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Veja 4 jogadores do Brasil que decepcionaram no Pan 2019:

Lucas Lóh –

Iniciou o Pan como principal jogador do Brasil, e que poderia brigar por um dos prêmios individuais do torneio. Mas se mostrou inseguro no passe, seu principal fundamento, e pouco efetivo no ataque.

Acabou ofuscado por Kadu, que por sua vez entrou no lugar de Rodriguinho no decorrer do torneio, e se destacou pela efetividade no ataque, sendo eleito um dos melhores ponteiros da competição.

Thiaguinho –

Titular do Brasil nas duas últimas edições, o levantador do Sesc Rio que vem de uma temporada irregular no clube, não teve um bom desempenho durante o torneio, e inclusive os torcedores chegaram a pedir o reserva Eduardo Carísio no time titular.

O que em parte aconteceu, mas Marcelo Fronckowiack mexeu tarde no time, e Carísio teve apenas metade do terceiro set na derrota por 3-0 contra Cuba, para tentar reverter o jogo, e levar a equipe brasileira para brigar pelo ouro.

Rodriguinho –

O ponteiro do Sada Cruzeiro é uma das apostas de Renan Dal Zotto no atual ciclo olímpico. Mas apesar de ter feito uma temporada regular no clube mineiro, não conseguiu ter a mesma desenvoltura no Pan.

Foi substituído por Kadu ainda durante a fase de grupo, por não conseguir controlar o passe, e nem rodar as bolas que recebia. E nos jogos conseguintes, acabou sendo preterido por Honorato no banco de reservas, que sempre quando entrou, contribuiu de forma positiva.

Éder –

Mais experiente do grupo que foi à Lima, e único com experiência olímpica – foi campeão na Rio 2016, foi o capitão brasileiro na competição, mas não conseguiu demonstrar essa experiência em quadra, sendo pouco efetivo no bloqueio e ataque, e acabou sendo ofuscado pelo jovem central do Minas, Matheus Pinta.

Com o bom rendimento de Flávio na seleção principal, que está treinando para o Pré-Olímpico, deve perder espaço, e tem poucas chances de ir para as próximas olimpíadas.

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