Barroca diz que o clube “está na guerra” e valoriza atuação do Fortaleza

Treinador segue sendo muito criticado pela torcida do Botafogo após a sequência de três jogos com derrotas no Campeonato Brasileiro

Rafael Brayan
Estudante de jornalismo. Colaborador especialista e editor-plantonista do Torcedores.

Crédito: Vitor Silva/SSPress/Botafogo

O treinador Eduardo Barroca lamentou mais uma derrota no comando do Botafogo nesta segunda-feira (30), pelo Brasileirão. Desta vez, o adversário do time carioca foi o Fortaleza, na Arena Castelão, que contou com gol contra do zagueiro Marcelo Benevenuto para vencer o duelo.

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A presença de Rogério Ceni, que retornou ao clube após período no Cruzeiro, no banco de reservas foi assunto na entrevista do treinador do Botafogo. Barroca ressaltou a qualidade do elenco e minimizou o retorno do comandante do time cearense.

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“No jogo do Rio de Janeiro, a gente já tinha enfrentado uma equipe do Fortaleza bem organizada. Com o Zé Ricardo também entendi que, apesar dos resultados negativos, era uma equipe muito qualificada, com jogadores de muita velocidade, um definidor experiente, uma dupla de zaga experiente. Uma equipe muito bem arrumada, com bons jogadores, sabíamos que enfrentaríamos uma equipe muito difícil, independentemente se seria o Zé ou o Rogério, e hoje o Fortaleza foi feliz”, comentou o treinador do Botafogo.

“A equipe do Fortaleza nos colocou algumas dificuldades principalmente na imposição física, num jogo com muita velocidade com Edinho, Osvaldo, Romarinho e depois o André. No segundo tempo, o Fortaleza voltou com ímpeto grande, fez um gol no início que foi anulado. Depois do seu gol de bola parada, nossa equipe tentou buscar o empate de todas as formas”, disse Eduardo Barroca. “Mais uma vez eu estou aqui de peito aberto para defender meus jogadores, estão se dedicando de todas as formas. A gente não está indo para a guerra, a gente já está na guerra.”

O jovem treinador do Botafogo também justificou as suas alterações durante a partida, quando já estava perdendo o duelo. “Fiz a tentativa com os jogadores de meio-campo, com um poder de criação maior e que pudessem dar certa experiência. Precisávamos arriscar mais, mas o próprio contexto do jogo fez com que todo o potencial deles não fosse colocado em prova, porque a gente foi jogando contra o Fortaleza e contra o tempo”, comentou.

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