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Veja o saldo que o Brasil tira após o fim da temporada de seleções do vôlei e quem sobe rumo à Tóquio-2020

A temporada de seleções acabou neste domingo (29) para o vôlei feminino, com o bicampeonato da China na Copa do Mundo. Desfalcado, o Brasil acabou ficando apenas na quarta colocação do torneio

Andressa Fischer
Gaúcha, 22 anos | Escrevo sobre vôlei, futebol feminino e dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Divulgação/FIVB

O Brasil cometeu muitos erros durante a Copa do Mundo e acabou ficando fora do pódio. Sem dúvidas que as ausências de Tandara e Natália, lesionadas, pesou para o baixo rendimento brasileiro e mesmo com a volta de referências, como Sheilla e Fabiana, a equipe de Zé Roberto acabou ficando abaixo de rivais diretos.

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Porém, se tratando de um processo de renovação, não foi de todo um ano ruim na seleção feminina. Foram quatro campeonatos com o time considerado o ideal, e o Pan de Lima que foi disputado com uma equipe alternativa.

Das quatro competições que disputou em 2019, o Brasil ficou fora do pódio em apenas uma com o time titular. Na Liga das Nações, foi vice-campeão diante dos EUA, após abrir 2 x 0 na parcial, mas se perdeu depois da saída de Natália por lesão e viu as norte-americanas tomarem conta do jogo.

Em julho, veio a vaga olímpica. Em partida emocionante contra a República Dominicana, as brasileiras devolveram a derrota na fase regular da VNL, e carimbaram o passaporte para Tóquio-2020.

O Pan de Lima não como o esperado para José Roberto Guimarães. O treinador brasileiro levou um time B formado em maioria por jovens, com apenas Macris, Lorenne e Mara do time que disputou a VNL, e acabou na quarta colocação.

No Sul-Americano no mês seguinte, Zé Roberto optou por preservar Natália e Gabi. As brasileiras confirmaram a sua superioridade no continente, venceram com sobras o Sul-Americano, batendo a Colômbia na final, devolvendo o revés no Pan, e coroando Lorenne como MVP.

Confira três nomes do Brasil que subiram no radar rumo à Tóquio-2020:

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