Colby Covington afirma que foi perseguido por organizações criminosas em São Paulo

Ex-campeão interino dos meio-médios, Colby Covington também reclamou que o Ultimate ofereceu um valor muito baixo para que enfrentasse Kamaru Usman no UFC 244 em Nova Iorque

Dario Ferrari Rocha Teixeira
Escrevo sobre lutas em geral no Torcedores.com. São Paulino, fã do New England Patriots, Los Angeles Lakers e Los Angeles Dodgers. Noivo da Thays Gomes Lima.

Crédito: Reprodução | Facebook: UFC.

O norte americano Colby Covington dispensa comentários como lutador. O ex-campeão interino dos meio-médios tem feito performances dominantes ante seus duríssimos adversários, somando sete triunfos consecutivos, tendo batido nomes como Bryan Barberena, Demian Maia, Rafael dos Anjos e Robbie Lawler.

Colby Covington apesar de ser um bom atleta, tenta ser um cara polêmico no meio das lutas, porém, costumeiramente, é ignorado por todos por conta de sua postura arrogante, e mais uma vez o número 2 do ranking dos meio-médios (Tyron Woodley está em 1º) colocou toda sua arrogância e desprezo pelo Brasil na mesa, afirmando, que, o UFC ofereceu uma bolsa ruim para que enfrentasse o nigeriano atual campeão da divisão dos meio-médios Kamaru Usman e que quando veio encarar Demian Maia em São Paulo, foi ‘perseguido’ por organizações criminosas do Estado, e que, as pessoas (fãs de MMA), literalmente gostariam de tê-lo matado.

“O que aconteceu exatamente foi que o UFC veio a mim e ofereceu uma bolsa básica de desafiante. Eu disse não, não estou desafiante. Sou o campeão. Nunca perdi, acabei de defender meu título. Eu trouxe os Trumps (à luta). Eu recebi um tweet do (Donald) Trump (atual presidente dos EUA), isso vale uns US$ 3,5 milhões em marketing, se você analisar os números, só para promover o show deles. Botei minha vida em jogo pela companhia. Fui ao Brasil, disse coisas grotescas que fizeram pessoas literalmente quererem me matar, tive gangues das favelas atrás de mim e eles ainda querem vir com essa bolsa básica de entrada de desafiante? Estou defendendo o certo. Eles não me deram uma negociação. Eles disseram, “aceite isso ou vamos seguir com outra pessoa.” Não é assim que uma negociação funciona. Eu li o livro do Donald Trump, “A Arte da Negociação”. Eu sei como negociar um acordo, e como acordos funcionam. Eles não vão tirar vantagem de mim e me colocar numa posição de refém em que não me dão espaço nem voz para negociar. Isso não é justo, nem certo”, disparou Colby Covington em entrevista ao website norte americano ‘MMA Fighting’.

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