Dani Ceballos: “Sequer notei qualquer diferença de tamanho entre Arsenal e Real Madrid”

Meio-campo espanhol foi emprestado por um ano para o clube de Londres e mostra sentir-se em casa em seu novo clube, depois de ser preterido por Zidane

Luiz Mutschele
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Site oficial Arsenal

Dani Ceballos chegou no começo da temporada 17-18 ao Real Madrid, porém nunca contou com grande interesse de Zidane em seu futebol, sendo pouco utilizado e muitas vezes até fora dos relacionados. Com a saída do técnico francês, ele ganhou espaço e estava jogando com mais regularidade. Porém com seu retorno ele voltou a ser encostado.

A situação o levou a ser emprestado para o Arsenal de graça e Ceballos, que jogou os quatro jogos da temporada pelo time inglês e já deu duas assistências, em entrevista ao The Guardian já faz juras de amor à sua nova equipe:

Eu amo Londres, amo a Premier League e amo o Arsenal.

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O jogador espanhol também respondeu se era um demérito ter saído do time de Madrid:

“Estou realmente muito, muito feliz em fazer parte deste grande clube. Para falar a verdade, sequer notei qualquer diferença de tamanho entre Real Madrid e Arsenal.”

Ceballos não poupou elogios a torcida do Arsenal:

“Os torcedores aqui são muito apaixonados, eles amam os jogadores. A adaptação é muito mais fácil, porque parece que você está aqui no clube desde sempre. Adoro a maneira como as pessoas me tratam. Colocaram muita fé em mim desde que cheguei.”

Também comentou  sobre seu desempenho no Real Madrid e a falta de oportunidades:

“Temos que ser realistas. Os dois bons jogos que tive até agora pelo Arsenal eu não tive em meus dois anos no Real Madrid. Eu não jogava muito lá, mas a verdade é que, quando eu tive chances, não mostrei tudo do que sou capaz. Jogar bem é uma questão de confiança, mas você também tem que ser crítico com seus próprios desempenhos.”

Por fim, não deixou de ressaltar que sua saída esteve diretamente ligada a Zidane:

“Chegou uma hora em que eu vi que seria impossível jogar. Houve momentos em que Kroos e Modric estavam lesionados, e ele mudava o sistema de jogo só para encaixar outros jogadores.”

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