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Marinho revela torcida pelo Palmeiras na infância, mas diz que jogaria em clube carioca para realizar sonho do pai

Jogador do Santos revelou clube de infância em Alagoas

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016, radialista na Paiquerê 91,7.

Crédito: Ivan Storti/Santos FC

O atacante Marinho, do Santos, revelou em entrevista ao program Bolívia Talk Show, do canal Desimpedidos, que era torcedor do Palmeiras na infância, mas deixou claro que o sentimento não durou nem até a maioridade. Segundo o jogador, era uma paixão de “moleque”.

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“Eu torcia para o Palmeiras quando era moleque. Mas quando tinha 16, 17 anos eu não torcia mais para time nenhum. Era coisa de moleque”, deixou claro o atual jogador do rival Santos.

Perguntado por um espectador se jogaria em um clube do Rio de Janeiro, Marinho não escondeu que poderia realizar um sonho do pai.

“Eu fui lançado no Fluminense pelo Renato. O sonho do meu pai era me ver com a camisa do Flamengo… Quem sabe eu não consiga realizar o sonho do meu pai?”, disse o atacante.

Ainda durante a entrevista Marinho relembrou a polêmica que se envolveu justamente por causa do Flamengo. Quando ainda era jogador do Grêmio, no início de 2019, o atleta gravou um vídeo com um amigo em que dizia que “era só o Flamengo chamar”. A torcida gaúcha não gostou nada e o assunto repercutiu negativamente.

“Eu 2018 quando eu voltei da China o Grêmio tinha sido campeão e tal, eu não tinha desempenhado muito bem aquilo que eu sonhei. Eu pensei que em 2019 tinha que ser diferente para mim. Eu trouxe uma pressão desnecessária para cima de mim. Tinha que dar jeito, que dar resultado. Já entrava em campo preocupado. Me cobrei demais”, apontou Marinho.

“Aconteceu o negócio do vídeo (em que citava o Flamengo). Não pegou bem para as pessoas, falaram que estava me oferecendo. Se eu não estou jogando em um clube, não posso me acomodar. Estou recebendo, acomodado, minha preocupação sempre foi jogar. (Não era só com o Flamengo) o clube que me quisesse para jogar, estava disponível. Se fosse qualquer outro time eu falaria a mesma coisa. O cara (que gravou o vídeo) era torcedor.”

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