Prass ressalta dificuldade por falta de ritmo, revela tratamento especial e fala sobre aposentadoria

O goleiro reserva do Palmeiras ganhou a sua primeira oportunidade com o treinador Mano Menezes e foi pouco exigido no confronto contra o Fluminense

Rafael Brayan
Estudante de jornalismo. Colaborador especialista e editor-plantonista do Torcedores.

Crédito: Cesar Greco - Ag. Palmeiras - Divulgação

Com a convocação de Weverton para a seleção brasileira, o goleiro Fernando Prass ganhou uma nova oportunidade no Palmeiras, nesta terça-feira (10), em confronto contra o Fluminense. Em partida adiada da 16ª rodada do Brasileirão, o jogador entrou em campo pela primeira vez sob o comando do treinador Mano Menezes.

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Após Jaílson ser titular contra o Goiás, na estreia do comandante, Fernando Prass foi pouco exigido em teste com Mano Menezes. Em entrevista depois da vitória no Allianz Parque, o goleiro falou sobre a dificuldade na falta de ritmo de jogo de um jogador da função.

“A posição que mais sente ritmo de jogo é o goleiro. Os outros jogadores vão acostumando. O goleiro não tem margem de erro. A gente compensa esses quatro meses sem jogar com concentração e experiência. Mas realmente não é fácil”, comentou Fernando Prass em entrevista ao Premiere.

O goleiro do Palmeiras, por outro lado, revelou um tratamento especial para que esteja bem durante as partidas. “Eu me sinto bem. Não só quando eu fico no banco. Quando o jogo é nove horas eu treino. Hoje fiz trinta minutos de treino. Faço isso desde que eu cheguei ao Palmeiras”, afirmou.

Aos 41 anos de idade, Fernando Prass não descarta a possibilidade de jogar mais uma temporada. O goleiro tem contrato com a equipe alviverde até o final deste ano. “Independente se for ou não, qualquer jogo. Depois de você ter uma certa experiência. Eu falo isso para os mais jovens, aproveitem. Mas tem gente que fala há uns três anos que não vou continuar, uma hora esse cara vai acertar”, comentou.

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