Vitor Guedes revela: Brasileirão-1990 é a inspiração do novo uniforme corintiano

Jornalista e corintiano declarado, Vitor Guedes estreia coluna no Torcedores.com

Vitor Guedes
Vitor Guedes, nascido no sacro ano de 1977, é ZL, pai do Basílio, equilibrado... Além de jornalista diplomado, pós-graduado em Português, Língua e Literatura, colunista do jornal Agora São Paulo, debatedor do Baita Amigos, comentarista do PodcasTimão, autor do livro "Paixão Corinthiana" facebook.com/blogdovitao

Crédito: Neto/Arquivo Pessoal

“Respeitem a nossa história”, pediu a parcela da Fiel que protestou no CT Joaquim Grava, na última quinta, após a patética atuação na derrota para o Independiente Del Valle. O papo reto foi direcionado ao “retranqueiro” Fábio Carille e aos seus muitíssimos bem-remunerados comandados.

Enquanto espera que a resposta no gramado venha quarta, no Equador, já é certo que respeito à história não faltará no uniforme da próxima temporada. A camisa da temporada 2020, que será lançada na metade do ano que vem (seguindo o calendário europeu), será inspirada na usado por Neto e companhia na conquista do Campeonato Brasileiro de 1990, o primeiro dos sete Brasileirões levantados pelo time do povo, também o primeiro eterno 16 de dezembro alvinegro!

A informação, como sempre acontece em lançamentos de uniformes oficiais, ainda não é oficial e só será confirmada oficialmente próximo ao lançamento, como rege a cartilha da fornecedora de material esportivo, mas foi antecipada e confirmada por fontes do clube à coluna.

Aprovei! Aliás, enfim, aprovei! Como tenho classe e um nome a zelar (que, registre-se, vem de ZL), não vou repetir, parafraseando o pior estilo Fernando “Aquilo Roxo” Collor de Mello, que roxos são meus testículos (“saco” é muito chulo, né), que grená é o Torino, que laranja é pinga com Crush, que amarelo é a bolinha do biquíni pequeninho da Ana Maria, azul é camisa de goleiro!

Corinthians é preto e branco! E o uniforme de 1990, todo branco e com gola polo preta, o número 1, e preto com listras verticais brancas tradicionais, número 2, estão entre os mais bonitos da história mosqueteira.

Se o terceiro modelo atual (R$ 299,90 versão jogador, R$ 199,90 versão torcedor), também preto e branco, uma homenagem às invasões da Fiel, dividiu opiniões – estou entre os que reprovaram o abadá carnavalesco naipe “Ala dos Compositores”- , o ano que vem promete. Duro é gastar essa grana toda para vestir o manto do time do povo…

UH, MARCELINHO! TECO-TELECO-TECO!

Se meu “baita amigo” Neto, que já é nome de um dos campos do CT Joaquim Grava e, junto com os companheiros de 1990, será homenageado no uniforme usado pelo time do povo na próxima temporada, Marcelinho também será festejado. E vai virar estátua ainda em 2019, em data a confirmar! Será o oitavo craque a virar estátua no Parque São Jorge!

O sétimo jogador, desde o último sábado (21), é Teleco! Edna Murad, vice-presidente, Carlos Roberto Elias, diretor do Departamento Cultural e Fernando Wanner, historiador e artista plástico do clube, inauguram o busto do terceiro maior artilheiro da história corintiana, campeão e ídolo nos anos 40, na presença de parentes do craque, sócios, integrantes do CORI, conselheiros de correntes políticas diferentes, torcedores e, claro, da coluna.

Os outros ídolos eternos que estão imortalizados nas alamedas do Parque São Jorge são Cláudio, Baltazar, Neco, Luizinho, Sócrates e Rivellino.

Crédito: José Manoel Idalgo/Departamento Cultural do Corinthians/Divulgação

ENQUETE

Do elenco atual, quem pode virar estátua quando encerrar a carreira? Cássio, Fagner, Ralf ou ninguém? Responda no Twitter @vitao_guedes. O resultado na próxima coluna.

BRASILEIRÃO E SUL-AMERICANA

Confira a opinião do VITÃO sobre Corinthians x Bahia e a projeção para o jogo da volta da semifinal da Sul-Americana contra o Independiente Del Valle

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