Análise: Testamos o novo Dragon Ball Z Kakarot na BGS 2019

O mais novo game focado no anime de Dragon Ball Z, será lançado em 17 janeiro de 2020, mas pudemos testar a versão demo,disponibilizada no stand do Xbox na BGS 2019

Luiz Mutschele
Colaborador do Torcedores

Crédito: foto luiz mutschele/BGS 2019

Dragon Ball Z Kakarot é um jogo bastante aguardado pelos fãs do anime por trazer novamente a história de Son Goku em formato de RPG, mais de 15 anos depois daquele lançado para Super Nintendo e que ia apenas até a saga de Freeza.

Apesar da demo trazer apenas a saga de Raditz, a Bandai Namco já confirmou que o RPG abordará todas as sagas da fase Z, até a de Majin Buu. Podemos dizer que há algumas coisas que lembram o antigo jogo do Snes, como a possibilidade de ganhar nível antes da batalha principal, mas as semelhanças param por aí.

Análise do jogo:

A demo nos possibilita jogar durante 20 minutos ou até derrotarmos Raditz, que é a missão principal do capítulo, então a possibilidade de explorar todo o mapa acabou limitada, mas pudemos observar muitas coisas que certamente agradarão aos fãs da série

Começamos junto com Picollo, com a missão de derrotar Raditz e resgatar Gohan, que foi sequestrado por ele. O mapa mostra uma indicação em vermelho para a missão principal e algumas azuis, indicando missões secundárias. No percurso encontramos um inimigo, um robô da Red Ribbon de Dragon Ball e ao nos aproximarmos dele, a luta tem inícui. Apesar de manter a tradição dos RPGs de “entrar na batalha”, o cenário é exatamente o mesmo que você estava antes.

O sistema batalha fica sendo o ponto alto do jogo, pois falamos de um combate que lembra muito o de jogos de luta do próprio Dragon Ball, como o Budokai Tenkaichi 3 onde podemos nos mover pela tela lançando magias e avançarmos em direção ao inimigo para entrar no combate corpo a corpo. Essas batalhas são relativamente simples e valem para subir um pouco de nível antes da principal.

Quando encontramos as primeiras missões secundárias, podemos dizer que são verdadeiros “fan services”, pois quem nos passou as duas missões que ativamos foram Andróide nº 8 e Nam, ambos da fase Dragon Ball com Goku ainda criança. As missões são relativamente simples, mas interessantes pela possibilidade da interação com esses personagens.

Vale registrar que durante todo esse capítulo, só podemos usar o Goku, pois Picollo é apenas um suporte, que pode ser usado ao apertar um botão. Finalmente chegamos a batalha principal e lutamos duas vezes contra Raditz, uma acompanhado e outra sozinho. A batalha principal não faz feio e exige equilíbrio entre saber a hora certa de atacar e defender.

Ao derrotar o irmão de Goku, a demo é finalizada.

Conclusão:

O jogo é uma mescla entre um RPG clássico e os jogos de luta de Dragon Ball. Sem perder a essência narrativa do gênero, ele consegue agradar até quem prefere mais os jogos de pancadaria. A presença de personagens clássicos é um grande ponto a favor, ainda que pudesse haver a possibilidade de recrutar alguns deles, porém não chega a ser uma falha grave. Infelizmente na demo não foi possível testar a jogabilidade ao ter mais de um personagem liberado, então não foi possível avaliar se essa troca será boa ou não.

O suporte, apesar de participativo, mostrou-se pouco útil durante a batalha sem causar dano de grande relevância ao chefão.

Nota final: 9,5

Para quem quiser ter a oportunidade de jogar, ele estará disponível durante toda BGS 2019 que irá até o dia 13 de outrubro, no estande da Xbox.

Leia Mais:

BGS 2019: Confira todos os jogos confirmados e onde jogá-los

Veja 10 participações de destaque de personagens brasileiros nos games

Marvel na BGS 2019; confira a programação do estúdio no evento