Bandeira de Mello diz que deixou o Fla em condição de ganhar tudo: “A gente brigava para não cair”

Ex-presidente do Flamengo minimizou a ausência de grandes conquistas fora o título da Copa do Brasil de 2013

Rafael Brayan
Apaixonado pelo estudo do esporte mais praticado no mundo.

Crédito: SporTV/Reprodução

Último presidente antes de Rodolfo Landim no Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello comemorou a sua passagem pelo comando da equipe rubro-negra, nesta quinta-feira (10), em entrevista ao jornalista Jorge Nicola em seu blog.

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Muito criticado pela falta de conquistas mesmo colocando o clube em ordem financeiramente, Bandeira de Mello respondeu: “Eu gostaria que o Flamengo tivesse ganhado mais do que ganhou, é natural. O importante é que eu fico tranquilo, porque fiz o melhor possível e deixei o clube em condição de ganhar tudo. Se não ganhamos lá, é uma pena. Mas daqui para frente, vamos recuperar isso”.

“É preciso lembrar que, antes, a gente brigava para não cair. O torcedor gritava “Libertadores, qualquer dia estou aí”. E parou de cantar isso porque passamos a estar todo dia na Libertadores. Virou coisa recorrente. Também batemos o recorde de pontuação do clube no Brasileiro por pontos corridos em 2016 e 2018. É inegável que o Flamengo mudou de patamar durante a nossa gestão”, completou Bandeira de Mello.

O ex-presidente do Flamengo, apesar de acreditar no sucesso do seu trabalho, descartou a ideia de se reeleger futuramente. “Não tenho essa intenção. Cumpri minha missão e fiz o melhor que pude nos seis anos em que estive lá. Desde que deixei a presidência, nem tenho participado da vida política do clube. Não tenho mais qualquer vontade, até porque minha família sofre até hoje”, disse.

Colunista do Torcedores, o jornalista Allan Abi Madi projetou o ano de 2020 no clube rubro-negro. “A ideia presente na cabeça de alguns dirigentes do Flamengo, de qualificar o banco, acabou ganhando força. Reforçar o banco não quer dizer que o clube irá contratar reservas, mas jogadores que disputem posição com os titulares”, disse. 

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