Conmebol propõe critérios de classificação para o Mundial 2021 e projeta retorno da Supercopa dos Campeões

CBF é contrária à criação de um novo torneio, pois alega não ter datas suficientes em seu calendário

Matheus Leal
Colaborador do Torcedores.com e do Hashtag Rubro-Negro.

Crédito: Reprodução

Logo após os anúncios do Maracanã e Mario Kempes como palcos das finais da Libertadores e Sul-Americana 2020, respectivamente, o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, concedeu uma entrevista coletiva para explicar os possíveis critérios de classificação para o Mundial de Clubes de 2021.

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A Fifa alterou o formato do Mundial e, a partir de 2021, ele será realizado a cada quatro anos e com 24 equipes. Sendo assim, a América do Sul terá seis vagas para a competição. Para preencher todas elas na primeira edição, a Conmebol projeta o retorno da Supercopa dos Campeões, com todos os campeões da Libertadores. O torneio daria duas vagas.

As outras quatro vagas ficariam para os campeões da Libertadores de 2019 e 2020 e os campeões da Sul-Americana de 2019 e 2020. A CBF, no entanto, é contrária à criação de uma nova competição, pois alega não ter datas suficientes em seu calendário. A princípio, a intenção era que a Supercopa dos Campeões fosse realizada entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

Caso os critérios sejam aprovados, os classificados para o Mundial de 2021 seriam:

Campeão da Libertadores de 2019
Campeão da Libertadores de 2020
Campeão da Sul-Americana de 2019
Campeão da Sul-Americana de 2020
Duas vagas via Supercopa dos Campeões da Libertadores

Caso não haja nenhuma surpresa em 2020, os brasileiros classificados para a Supercopa seriam: Atlético-MG, Cruzeiro, Corinthians, Grêmio, Flamengo, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco.

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