Dani Alves comenta sobre fama de bad boy e afirma ser incompreendido

Lateral é conhecido pelos números expressivos de títulos conquistados, mas a vida extra campo chama atenção

Brendo Romano
Colaborador do Torcedores

Crédito: Divulgação/São Paulo

Dani é o jogador com mais títulos na história do futebol, e foi considerado o melhor lateral direito do mundo por anos. Em 2019, o atleta surpreendeu a todos ao acertar o seu retorno ao Brasil. Para jogar pelo clube de seu coração, o São Paulo, recebendo um salário astronômico de R$1,5 milhão por mês.

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Entretanto, a vida extra campo do jogador chama atenção do fãs. Nas redes sociais, Daniel Alves é conhecido como o Good Crazy, o cara da moda, que chama atenção pelas suas publicações inusitadas. Muitas vezes ele é mal interpretado, seja pelo estilo ou por suas palavras. “Me sinto incompreendido”, desabafa o atleta. E ainda faz uma ressalva: “Mas quem fica surpreso ao me conhecer é porque me imagina muito diferente do que realmente sou, não porque eu finjo ser outra pessoa”, disse.

Daniel Alves nas redes sociais

Quem o segue nas redes sociais tem a impressão que ele é maluco. Principalmente pelas publicações no seu perfil no Instagram. Daniel Alves garante que a sua loucura não é marketing, ele se enxerga assim mesmo. “Desde a divisão de base do Bahia, eu já era considerado um cara diferente”, relembra.

“Só porque usava camisa laranja, óculos espelhados, uns tênis Mike (versão falsificada do Nike). Tem uma foto de infância em que todos os meus irmãos estão bonitinhos e eu todo babado, com a mão no bolso, posando. Aí isso foi piorando e as pessoas falavam que eu era maluco. Posso até ser, mas sou um maluco beleza, que só quer o bem dos outros. É daí que vem o Good Crazy”, analisa.

Entretanto, para Daniel Alves poucas pessoas entendem isso. “Sempre pegam as coisas ruins de qualquer frase que eu falo, mas não a mensagem completa. Criam conceitos sobre mim porque eu sou famoso, mas se for ver o que eu gosto mesmo e de ficar descalço na minha roça, com meus amigos, fazendo música. Vivo em um mundo de fama e gosto dele e recolho os frutos que ele me dá, mas sou de outro. Tudo na vida é adaptação e eu me adapto”, ponderou.

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