“Não me respeitou”, revela Fábio Braz sobre ‘treta’ com ex-técnico do Vasco

Entre diversas histórias, Fábio falou sobre o desafeto que teve com Celso Roth

Tabatha Selestino Maia Simões
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/Instagram

Longe dos gramados desde 2018, o ex-jogador do Vasco, Fábio Braz concedeu uma entrevista ao canal “Fox Sports” e relembrou alguns momentos da sua carreira. Atualmente, o zagueiro está com 41 anos e sua última atuação foi pelo Barra da Tijuca, time da Série B do Campeonato Carioca.

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Entre diversas histórias relembradas, Fábio falou sobre o desafeto que teve com o técnico Celso Roth. O ex-atleta contou que tudo aconteceu após ele ter ficado um pouco a mais durante um treino, e Roth mandou que ele não ficasse, pois já estava escurecendo.

“Acho que foi por causa de um treino. Eu sempre gostei de treinar mais, sempre fui assim, independentemente do clube. Um certo dia, fiquei no treino a mais e ele disse que não era para treinar mais, que já podia para que estava bom. Eu falei que ‘não’, que eu queria treinar mais, aí ele (respondeu): ‘não, mas já está escurecendo”, relembrou ele.

Na ocasião, Braz teria respondido que não iria embora, que não era proibido treinar. Após a atitude, o jogador acabou sendo encostado como uma forma de punição.

“Estou em São Januário, depois estou indo para a minha casa, aqui não é proibido treinar, não tem hora para ir embora. Ele mandou me encostar porque eu quis treinar mais. Por isso não gostei da atitude dele, não foi uma atitude primeiro de homem, e de profissional também. Não me respeitou como profissional, então acho que é uma pessoa que para mim, não só comigo, mas com outras pessoas também, meus outros colegas de trabalho, que já falaram da arrogância dele, então acho que ser humano assim, ele mesmo se faz mal, não sou eu, nem ninguém”, lembrou ele que atuou na equipe do Vasco entre os anos de 2005 e 2007.

Romário

Durante a entrevista, Fábio também falou sobre o Baixinho e exaltou todo o carinho que sente pelo mesmo.

“O Romário para mim é um exemplo todos os dias, de tudo. Foi uma surpresa muito grande e uma vitória poder jogar com o Romário, que não é só o meu ídolo, é um ídolo mundial. Não esperava que um dia fosse acontecer isso, ter essa boa sorte. Agradeço todos os dias, não só por ter jogado, por ser amigo dele, mas sim por ser um irmão, fazer parte da família dele… não só com ele, mas com todos os familiares dele, o filho dele, todos que estão próximo dele. Agradeço sempre”.

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