Mano Menezes fala sobre ‘dependência’ do Palmeiras por Dudu e explica ausência de Borja

Técnico do Palmeiras minimiza insistência de jogadas com Dudu e diz que “ninguém se omitiu” na partida

Danielle Barbosa
Colaboradora do Torcedores.com.

Crédito: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

O Palmeiras sofreu para bater a Chapecoense por 1 a 0, no Allianz Parque, em jogo disputado nesta quarta-feira (16). O volante Felipe Melo foi responsável por mandar a bola para o fundo das redes no último minutos da partida, após um segundo tempo todo com o time alviverde pressionando a equipe visitante no campo de ataque, com direito a algumas chances claras desperdiçadas.

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Em entrevista coletiva após a partida, o técnico Mano Menezes avaliou a partida e a vitória no sufoco. “Nosso gol, na verdade, ter iniciado com uma defesa espetacular do Weverton. Meio gol começou lá. Ele defendeu e ainda evitou o lateral, dando a chance de acelerarmos o ataque. Fomos premiados no final pela insistência e entrega. Jogos como esse serão jogados no segundo turno. Quando demorarmos para iniciar a vitória, eles também podem se tornar dramáticos. Mas também vamos aprendendo como resolver problemas, é importante para a equipe amadurecer. Para nós, como comissão técnica, encontrando soluções para a equipe jogar de forma diferente em determinados momentos, como fizemos hoje.”

O comandante palmeirense ainda falou sobre a insistência de jogadas com Dudu pelos lados do campo. “Naturalmente, pela característica do Dudu e pela posição que joga, ele vai receber mais bolas jogando contra uma equipe da forma que a Chapecoense jogou. Você tem que ir por fora, não vai dar para entrar por dentro. Então a bola vai cair no pé do Dudu ou do extremo do outro lado. Dudu é esse jogador.”

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Ficamos felizes que ele retome essa confiança de fazer, acho importante. Não tem um jogador no jogo de hoje que se omitiu de querer fazer, isso é importante. Aconteceram erros, conclusões para fora, mas ninguém se omitiu na hora de chamar a decisão do jogo. Isso é importante para ganhar confiança. Com isso, teremos mais ‘Dudus’ no nosso elenco, não precisa sair procurando aí fora não“, acrescentou.

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Sem Luiz Adriano, que está no departamento médico do Palmeiras, Mano apostou em Deyverson como titular nos últimos dois jogos, com Henrique Dourado, que se recuperava de uma grave lesão no joelho, entrando como opção no segundo tempo. E quem perdeu espaço com isso foi Miguel Borja, que sequer foi relacionado para a partida contra a Chapecoense.

Você já sabe a resposta, não precisa nem fazer a pergunta. Nós perdemos Vitor Hugo no último dia. Nossa ideia era contar com ele. Mantivemos a ideia dos dois centrais, sempre estamos colocando. Temos 23 jogadores relacionados. Se você me perguntar dos 23, explico o motivo dos 23”, disse Mano Menezes.

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Tenho que deixar alguns de fora, fazer escolhas. Henrique Dourado entrou bem no jogo passado, optamos pela manutenção da dupla. Da mesma maneira que vocês me perguntaram no começo sobre o Deyverson, disse que não estava excluindo ninguém. Hoje esperávamos um time com três zagueiros, precisávamos de um atacante que se movimentasse mais. O Borja teve um pouco de dificuldade nessa mobilidade. Então você busca ir analisando e tomando decisões”, completou.

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