Mundial de MotoGP retorna ao Brasil em 2022

A novidade ficou por conta de uma parceria entre a Dorna Sports e a Rio Motorsport.

Carlos Henrique Correia
Colaborador do Torcedores

Crédito: Divulgação MotoGP

Depois de 15 anos de ausência, o mundial de MotoGP retorna ao Brasil a partir de 2022. A Dorna Sports, responsável pela realização do campeonato, anunciou nesta quinta-feira (10), que o Rio de Janeiro será parte do calendário a partir de 2022 da principal categoria do motociclismo mundial. O contrato será válido até 2026.

O palco do evento será o autódromo Rio Park, que ainda será construído, no bairro Deodoro, na zona oeste da cidade. A conclusão está prevista para 2021 e está sob responsabilidade da Rio Motorsports, vencedora da licitação. A extensão do circuito será de aproximadamente 4,5 km, com setes curvas à esquerda e seis à direita. O tempo de volta será de cerca de 1min 38s para as máquinas da MotoGP.

A cidade maravilhosa já recebeu a principal competição de motovelocidade do mundo durante dez anos. De 1995 a 2004, antes ser demolido para a construção do Parque Olímpico, a parada no Brasil era no autódromo de Jacarepaguá, que proporcionou grandes momentos para os amantes da velocidade.

O prefeito, Marcelo Crivella, se mostrou empolgado com a perspectiva de futuro da nova pista. “As notícias de que já temos uma primeira competição para a nova pista de corridas do Rio, o MotoGP, confirmado para 2022, representam um grande avanço para a nossa cidade. A construção da pista de Deodoro é um projeto espetacular, com um investimento extraordinário que irá gerar 7.000 empregos e fazer com que o Rio recupere o papel de liderança em grandes competições”.

Para o CEO da Dorna, Carmelo Ezpeleta, “o Brasil é um mercado importante para motocicletas, motociclismo e automobilismo, com uma história para se orgulhar e um futuro que me deixa empolgado em ver a MotoGP desempenhar um papel tão importante para quando voltamos, em 2022″.

Vale lembrar que o Rio de Janeiro está na briga para sediar, também, a Fórmula 1. O contrato da principal categoria do automobilismo mundial com a cidade de São Paulo expira no ano que vem.

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