Ostentando uniforme violeta, Fiorentina mantém sua tradição no futebol italiano

“La Viola” segue na Série A como um dos tradicionais clubes da Itália;

Tarique
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Crédito: Reprodução/Facebook Oficial Fiorentina

Fundada em 29/08/1926, a Associazione Calcio Firenze, que em 1927 se chamaria Associazione Calcio Fiorentina e desde 2002 se chama Florentia Viola, ou simplesmente Fiorentina, detém o leão como sua mascote e realiza suas partidas no estádio Artemio Franchi, na Itália.

Contagiando os moradores de Florença, na região da Toscana (Itália), os “I Gigliati” foram fundados pelo marquês Luigi Ridolfi e, por jogar com uniformes na cor violeta, receberam identificação como “os viola” ou “a viola”.

Se destacam como sendo o primeiro clube italiano a atingir a final da Taça dos Campeões Europeus (atual Uefa Champions League) na temporada 1956-57 (derrotada pelos espanhóis do Real Madrid por 2×0, gols do lendário atacante argentino e espanhol Di Stéfano e do ponta espanhol Gento) e serem os primeiros italianos a conquistarem um título da UEFA, ao vencer a Taça das Taças contra os escoceses do Glasgow Rangers (4×1 no placar agregado), três anos após o vice amargado na Uefa Champions League.

Orgulham-se, ainda, de serem detentores dos títulos: 2 Campeonatos Italianos (1955-1956, 1968-1969), 6 Copas da Itália (1939-1940, 1960-1961, 1965-1966, 1974-1975, 1995-1996, 2000-2001) e 1 Supercopa da Itália (1996).

Tendo como seus três maiores artilheiros, o argentino Gabriel Batistuta (1991-2000, com 202 tentos), o sueco Kurt Hamrin (1958-1967, com 150 gols) e o argentino Miguel Montuori (1956-1961, com 72 gols), a equipe já pôde contar com brasileiros com destaque pela Seleção Brasileira, tais como o atacante Edmundo e os meias Dunga e Sócrates.

Para a atual temporada, a equipe trouxe alguns reforços soantes: o atacante brasileiro Pedro (oriundo do Fluminense), o meia chileno Pulgar (contratado junto ao Bolonha), o meia ganês Kevin-Prince Boateng (oriundo do Sassuolo), os empréstimos do ponta argelino Ghezzal (oriundo do Leicester) e do lateral brasileiro Dalbert (junto à Inter de Milão), além de trazer a custo zero o zagueiro uruguaio Cáceres (Juventus) e Ribéry (Bayern de Munique).

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