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Palmeiras ou Cruzeiro? Alex escolhe qual clube foi mais intenso na carreira

Ídolo dos clubes, o ex-camisa 10 elencou os títulos, equiparou, mas disse que em um deles foi mais intenso

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016, radialista na Paiquerê 91,7.

Crédito: Reprodução/Desimpedidos

O meia Alex respondeu em entrevista ao programa Bolívia Talk Show, do canal Desimpedidos, se foi mais vitorioso no Palmeiras ou no Cruzeiro.

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Campeão em ambas as equipes, o ex-camisa 10 é ídolo das torcidas, mas passou períodos distintos. No Palmeiras chegou como jovem promessa e ficou por quatro temporadas, onde conquistou seu espaço e foi campeão da Copa Libertadores.

No clube mineiro, Alex chegou já consolidado e foi o capitão do time que conquistou a tríplice coroa em 2003, deixando o time no início do ano seguinte.

“Quando eu chego no Palmeiras o mantra era ganhar a Libertadores”, lembrou o camisa 10.

“O Palmeiras tinha sido bicampeão (brasileiro e paulista) com o Luxemburgo, pegou o São Paulo ganhando Libertadores, o time (do Palmeiras) de 1996 ficou marcado, mas durou seis meses, depois perderam a final da Copa do Brasil que dava vaga para a Libertadores. Quando eu cheguei, os caras falaram: ‘temos que ganhar a Libertadores’. Tinha Cruzeiro forte, Corinthians um timaço, Vasco um timaço, nós vencemos esse pessoal e ganhamos.”

No Cruzeiro, o jogador foi do inferno ao céu em pouco mais de um ano, quando saiu para o Fenerbahçe, onde também é ídolo.

“O Cruzeiro foi muito intenso. Quase caímos (no Brasileirão de 2002) no playoff dos oito. Em 2003 ganhamos tudo, mas isso durou um ano e dois meses. Quando cheguei no Palmeiras, era só Libertadores, eu consegui participar de maneira efetiva. Mas a gente passeava em Belo Horizonte, o atleticano batia no peito do Brasileiro de 1971. Ter ganho aquele Brasileiro (de 2003) foi muito bom. Pior para o atleticano que a CBF reconheceu o de 1966, de zero o Cruzeiro passa a ter dois. Escolher a mais vitoriosa é duro, mas a de mais intensidade foi o Cruzeiro.”

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