Simone Biles garante o ouro para EUA e se torna maior medalhista da ginástica

A jovem ginasta Simone Biles, de 22 anos, vem se superando a cada competição e fazendo história na ginástica dos Estados Unidos

Tathiane Marques
Colaborador do Torcedores

Crédito: Francois Nel/Getty Images

Nesta terça-feira (08), Simone Biles novamente foi destaque entre as atletas presentes em um torneio. Dessa vez, a ginasta foi uma das principais responsáveis pelo ouro conquistado pelos Estados Unidos, além de conquistar uma marca histórica para sua carreira com esse título em Stuttgart. A ginasta conquistou o seu 21º pódio nos mundiais, feito nunca conquistado por outra atleta da modalidade.

“É muito louco. Eu nem pensei ainda nisso. Acho que é muito impressionante alguém consegui fazer isso. E sou eu (risos). Não sei. Acho que ainda não tive tempo para processar isso na minha cabeça, mas acho que vamos celebrar esta noite, pelo time, pela medalha” – afirmou Simone.

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A ginasta americana já chegou ao Mundial em Stuttgart carregando o fato de ser recordista em conquista de medalhas de ouro do torneio, dado que também leva em consideração os atletas homens. Biles superou seu próprio recorde, agora tem 15 títulos e 21 pódio, ou seja, ultrapassou a russa Svetlana Khorkina.

No entanto, a americana poderá conquistar outras vitórias no torneio em Stuttgart na Alemanha, isso porque ela ainda tem cinco finais pela frente e inclusive superar o ginasta Vitaly Scherbo, de Belarus, que tem atualmente 23 pódios.

Simone Biles vem se tornando a atração principal da competição mundial, o público nas arquibancadas do ginásio vibram quando o nome da atleta é anunciado. Todos concentram a atenção nos movimentos praticamente perfeitos e que só a jovem consegue realizar. Modesta, a campeã olímpica falou sobre a conquista da medalha de ouro pela equipe americana.

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“É um pouco diferente, porque tivemos quedas, mas ainda acabamos no topo, então foi um pouco nervoso, mas ainda foi meio divertido, especialmente no solo. Sempre é muito divertido no solo. Acho que foi o meu nível máximo”.

A equipe brasileira não garantiu vaga na final e como equipe acabou ficando fora da Olímpiadas de Tóquio em 2020. Somente a ginasta Flávia Saraiva conseguiu classificação. No caso do Brasil chegou a 14º posição e a vaga seria garantida caso chegasse na 12º, já o time masculino se garantiu nos jogos, porém não na final.

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