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Antes da final, goleiro do River relembra infância e relação com a religião

Franco Armani deu uma longa entrevista ao site oficial da Conmebol. Goleiro lembrou da infância com o irmão e dos grandes momentos de sua carreira

Aécio de Paula
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Reprodução: Instagram/ Franco Armani

Uma final mexe com muita gente. Quando Flamengo e River Plate foram confirmados na grande decisão da Libertadores, muita gente começou a se mobilizar. Torcedores, emissoras de TV, gerentes dos clubes e jogadores são afetados pela onda de emoção que cobre uma partida como essa. Não é diferente com Franco Armani. O goleiro do River Plate abriu o coração sobre a sua carreira em uma entrevista.

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A entrevista foi publicada no site oficial da Conmebol. Entre outras coisas, o goleiro falou da sua infância, as dificuldades da carreira e a relação com o técnico Gallardo. Além disso, Armani falou sobre o papel da religião em sua vida.

Começo na garagem

Antes de virar goleiro de Copa do Mundo e de final da Libertadores, Armani passou por dificuldades. Na região de Casilda, onde vivia, o goleiro tinha que se virar como podia para conseguir brincar de futebol. Desse modo, o seu irmão mais velho acabou o ajudando. A história aliás, envolve uma garagem velha. Essa garagem acabou por ser uma das responsáveis pela carreira de Armani.

“A garagem da minha casa em Casilda tiveram os portões removidos e restava apenas uma moldura. Meu irmão mais velho (Leandro Armani), que também é jogador de futebol, chutava a bola. Ele precisava treinar. Portanto ele me colocou no gol. Nós jogamos lá. Aliás, todas as vezes que não tínhamos a oportunidade de ir ao treino no campo, jogávamos naquela garagem sem portões”, revelou Armani.

Relação com a religião

“Na Colômbia, depois de conhecer minha esposa Daniela (Rendón), tive uma aproximação com Deus. Isso porque a família dela é muito religiosa. Logo depois de uma lesão no joelho, um ligamento cruzado, ela me levou para uma igreja. No começo eu não queria saber de nada, não me sentia à vontade para ir, mas ela insistiu até que eu aceitasse. Tomei a iniciativa, me aproximei. E a partir desse momento, foi difícil por causa da lesão, as coisas mudaram bastante. Comecei a me sentir melhor. próximo a Deus “, disse Armani.

“Assim que cheguei ao Atlético Nacional, em Medellín, fui a uma canalização de anjos. Fui, decidi ir ver como era. E consegui. Tive uma aproximação com minha avó, foi um momento agradável. É uma lembrança linda”, completou o goleiro.

Relação com o técnico

“Você sabe que não pode relaxar. Aliás, isso é uma questão clara dentro de uma equipe técnica. Gallardo em todas as conversas leva você a isso, que todos os jogos são disputados de maneiras diferentes. E isso fornece ideias claras. O que acontece que é temos uma equipe de trabalho que estuda muito o oponente. Além disso, nos fornece ideias claras para realizar uma ideia de jogo durante cada jogo. Eles sabem como o oponente ataca, como você deve atacá-lo, onde pode surpreendê-lo”, disse ele.

Armani

Quando entrar em campo contra o Flamengo pela final da Libertadores, Armani terá 33 anos de idade. A experiência poderá ser utilizada para tentar parar o bom ataque do Flamengo. Em sua carreira, passou por clubes como Ferro carril Oeste, Deportivo Merlo e Atlético Nacional. Está no River Plate desde o ano passado.

Ele esteve na equipe da Argentina na Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Aliás, Armani começou no banco. Ele era reserva do Willy Caballero. Mas logo depois de uma falha de Caballero na partida contra a Croácia, Armani virou titular. Naquela Copa do Mundo, jogou as partidas contra a Nigéria, ainda pela primeira fase e contra a França nas Oitavas de Final.

Esteve com o River Plate no título histórico de 2018 contra o Boca Juniors.

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