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Briatore diz que Schumacher cogitou se aposentar após a morte de Senna

Flavio Briatore trabalhou com Michael Schumacher entre  os anos de 1991 e 1995, quando o piloto alemão corria pela Benetton, onde foi campeão da F1 duas vezes

Cleverton Silva
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Reprodução/YouTube/Formula 1

Michael Schumacher poderia não ser a lenda da Fórmula 1, como é considerado hoje em dia. Em entrevista ao jornal alemão Kölner Express, o ex-chefe de equipe da Benetton, Flavio Briatore, revelou que o piloto alemão, que correu pela escuderia entre os anos de 1991 e 1995, cogitou encerrar sua carreira no automobilismo após a morte de Ayrton Senna, em 1994.

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“Schumacher mudou após a morte de Senna. Considerou seriamente se aposentar depois do ocorrido. Afortunadamente para todos nós, ele decidiu permanecer”, declarou Briatore.

Briatore também foi o responsável por levar Schumacher  levar Schumacher para a Benetton. Após uma corrida do alemão pela Jordan, o então chefe de equipe da escuderia italiana viu potencial no piloto. Schumacher chegou na 7ª posição daquele GP da Bélgica, em 1991. Ele substituiu, por uma corrida, Bertrand Gachot, que havia sido preso dias antes daquela corrida.

Com um talento, como Schumacher, Briatore e a Benetton viram uma oportunidade de subir de patamar.

“Não tínhamos dinheiro para contratar um bom piloto, um campeão ou uma estrela consolidada. Todos riam de nós, por isso tivemos que buscar talento. As equipes estabelecidas não gostavam de nós, se queixavam da Benetton o tempo todo, não gostavam que uma fabricante de camisetas superasse todas as lendas. Porém, quando viram Michael no carro, todos se calaram”, afirmou Briatore.

Schumacher conquistou com a Benetton os títulos de 1994 e 1995 da Fórmula 1. Após isso, foi para a Ferrari, onde levou 5 títulos seguidos, de 2000 a 2004. “Schumi” encerrou sua carreira pela primeira vez em 2006 na Ferrari. Voltou em 2010 correndo pela Mercedes, e se aposentou em 2012.

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