Como (e com quem) Renato demonstrou incômodo na coletiva de sexta-feira

Técnico não gostou da informação de que receberia um salário milionário ao renovar com o Grêmio para 2020

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Por mais que tenha um estilo irreverente e por vezes polêmico, Renato Portaluppi – nesta sua terceira passagem pelo Grêmio – costuma ser cordial com a imprensa. Os momentos de incômodo, como o desta sexta-feira, só ocorrem quando alguma informação dada não corresponde com a realidade, especialmente se tratando de dinheiro.

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Em coletiva, o comandante tricolor rebateu a informação passada pelo comentarista Cesar Cidade Dias, da TV e Radio Bandeirantes, que disse que a renovação de contrato para 2020 envolveria um salário na casa de R$ 1,5 mi.

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“Uma pessoa, quando ela dá uma notícia, precisa ter mais responsabilidade. Se eu falo uma besteira, eu vou ser cobrado pelo meu clube. Mesma coisa vocês (imprensa), serão cobrados pelos chefes. A pessoa tem que saber qual a notícia, não pra ser o primeiro a dar”, lamentou Renato.

Na continuação da resposta, o técnico citou até um aspecto social no Brasil:

“Falar que eu renovei, e por aqueles números? Esta notícia não existe. Tem que ter mais responsabilidade, a gente trabalha no Brasil, onde o salário-mínimo é mil reais. Tem que haver respeito”.

Desejo da direção e desejo também já admitido por Renato, a renovação só deve ser sacramentada após o Brasileirão.

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