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Cruzeiro adota ‘lei do silêncio’ e proibe coletivas de jogadores

Raposa anunciou nesta segunda-feira (25) que atletas não darão coletivas nos próximos dias

Victor Martins
Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.Antes trabalhei para a GG12 (empresa de prestação de serviços de conteúdo para sites)

Crédito: Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro

A derrota para o Santos no último sábado (23) manteve a crise no Cruzeiro e o time sob risco de rebaixamento. E também trouxe uma outra consequência: a ‘lei do silêncio’ no time.

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Nesta segunda-feira, a diretoria da Raposa anunciou para a imprensa que os jogadores não participarão mais de entrevistas coletivas até o dia 5, data da partida contra o Grêmio. Para a diretoria, os atletas serão ‘preservados’ de dar entrevistas para focar nas partidas da rodada final e revelou que a decisão foi tomada após a partida contra o Peixe.

“Devido a essa sequência péssima de resultados, é uma pressão muito grande que recai sobre todos do Cruzeiro, principalmente sobre os jogadores, que são os principais responsáveis pelos jogos. Depois do jogo contra o Santos, a diretoria e a comissão técnica se reuniram e decidiram que até o jogo contra o Grêmio ou contra o Palmeiras, vamos preservar os jogadores de qualquer tipo de entrevista. Então, a partir de hoje, eles não falarão com vocês (jornalistas). Nós temos que equilibrar uma situação e os jogadores devem ser preservados”, afirmou Valdir Barbosa, diretor de comunicação do clube, em coletiva.

Somente o técnico Abel Braga deve continuar dando entrevistas coletivas durante o período, bem como dirigentes da Raposa, que também falarão.

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(Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro)