Seleção brasileira de ginástica artística celebra classificação para Tóquio e comentam: “equipe ainda está indefinida”

Atletas da Seleção Brasileira de Ginástica Artística, Arthur Nory, Arthur Zanetti, Caio Souza e Chico Barretto se encontraram em churrascaria de São Paulo para comemorar a classificação do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio

Danilo Lacalle
Jornalista de formação, e atleta por opção. Especialista em esportes americanos e apaixonado por esportes radicais.

Crédito: Danilo Lacalle

As Olimpíadas de Tóquio 2020 estão chegando. E, com isso, a seleção de ginástica artística está comemorando. Isso porque, com o último mundial disputado, conquistaram quatro vagas para os jogos.

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Na última semana, Arthur Nory, Arthur Zanetti, Caio Souza e Chico Barretto estiveram no restaurante Fogo de Chão, em São Paulo, para comemorar. Os atletas comentaram sobre a classificação nas Olimpíadas e deixaram claro que ainda não há nada definido quando o assunto é quem vai competir, em Tóquio.

“Depende muito de como será a estratégia da equipe. Se a seleção vai querer focar em um desempenho geral de equipe ou se vamos querer o maior número de finais”, afirma Arthur Zanetti. “No meu caso, vou focar nas argolas. Mas não vou deixar de treinar solo e salto. Estamos nós quatro aqui, mas ainda temos outros atletas competentes na seleção, e a equipe das olimpíadas não está definida”, completa.

Arthur Nory e a conquista da medalha inédita para a seleção

No último mundial, o Brasil conquistou uma medalha de ouro no cavalo. Categoria, até então, inédita para o Brasil. E Nory deixou claro o foco para atingir a meta:

“Estávamos todos muito focados e unidos. Lá, sabíamos o papel de cada um e a importância de cada aparelho. Fomos bem preparados e conseguimos uma boa classificação. Agora, para as Olimpíadas, precisamos treinar mais. Os atletas de ginástica artística são muito competitivos e estão sempre em alto nível”.]

O campeão mundial ainda falou sobre o clima familiar, no evento realizado pela churrascaria Fogo de Chão.

Ficamos dois meses juntos, mas com uma pressão grande, pois sabíamos da responsabilidade. Éramos apenas nós, sem família. Então podermos comemorar entre nós e os familiares, junto à equipe multidisciplinar, que trabalha todos os dias, também, é muito bom. Precisávamos ter esse momento de comemorar. Até porque essa medalha conquistada no mundial é de todo mundo. Estamos felizes por nos encontrarmos em uma outra ocasião. Dessa vez, de festa”, celebrou Nory, que foi medalha de ouro na barra fixa no Mundial.

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