Natus Vincere conquista pela 1ª vez a R6 Pro League

A equipe britânica venceu a final da competição de Rainbow Six por 2 a 0

Lucas Bichão
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Créditos: Reprodução / ESL / O título da Na'Vi também é o primeiro que vai para jogadores das nações da Grã-Bretanha, Croácia e Polônia.

 

A Natus Vincere se tornou campeã da Pro League de Rainbow Six Siege pela 1ª em sua história dentro da modalidade. Os adversário foram os americanos da Dark Zero e o placar final na MD3 foi de 2 a 0. O grande destaque da decisão foi Ellis “Pie” Pyart que há um mês não era titular da equipe, mas substituiu Jack “Doki” Robertson quando este foi banido.

A transmissão da final começou por volta das 5 horas da manhã no horário de Brasília. Os dois mapas disputados foram Consulado (7 a 4) e Litoral (7 a 3). O game da final foi o único no qual a Na’Vi não perdeu um único mapa. Foram dominantes nas duas oportunidades em que enfrentou a DZ. 

O caminho da Natus Vincere na classificação regional da Europa teve grandes desafios. Dois deles foram na reta final quando a equipe venceu a ex-campeã da Pro League Team Empire e a line-up mais ganhadora do R6, a G2. Nas finais a Na’Vi enfrentou a Wildcard Gaming e a Team Reciprocity para chegar até a decisão.

 

O game decisivo para o título da Na’Vi

O 1º mapa foi de escolha da Dark Zero. Consulado já havia sido jogado antes nas finais pela equipe, contra os brasileiros da Faze Clan e onde conseguiram a vitória de 7 a 4. Porém, o que aconteceu no confronto com a Na’Vi foi diferente. Começaram melhor a partida, mas não conseguiram dar sequência na primeira metade do mapa e na defesa viram um adversário muito agressivo. 

No round que finalizou Consulado houve momentos de tensão. Mint conseguiu 5 kills contra os adversários, mas acabou perdendo por não conseguir chegar a tempo no desativador. O final da jogada gerou tristeza por parte do player que fez sua melhor rodada, mas viu a Na’Vi abrir 1 a 0.

 

Já no Litoral, 2º mapa disputado, a Natus Vincere teve uma dominância maior. Esse era o mapa de sua escolha e haviam aplicado um 7 a 1 contra a Wildcard nessa fase final. Com a vitória a equipe europeia não precisou jogar o mapa de desempate, que seria Fronteira. 

 

Os brasileiros na Pro League Japão

A torcida brasileira não teve muitos motivos para comemorar nesta edição da Pro League. Faze Clan e Ninjas in Pyjamas não passaram das quartas de finais e ambos perderam para times da região norte-americana. Vale lembrar que os times tiveram problemas com vistos de jogadores e por isso acabaram tendo de jogar com substitutos.

O adversário da Faze Clan foi a equipe finalista, Dark Zero. Com Nino “NinexT” Pavolini substituindo a perda Ronaldo “Ion” Osawa, devido ao visto, a equipe até conseguiu dar combate aos americanos. Porém, ficou visível a falta de entrosamento do player com seus companheiros. 

A NIP teve problemas ainda maiores, pois perdeu dois jogadores. Seus substitutos acabaram por serem os espanhóis Álvaro “baroz” Valero e David “p0Lo” Gómez Urrea. Além da falta de sincronismo também existiu a barreira da língua para os momentos de comunicação. Os players europeus chegaram no Japão enquanto as outras partidas estavam sendo realizados e por isso a NIP teve seu jogo atrasado para as 7 horas. Apesar da luta foram derrotados por 2 a o pela Team Reciprocity.

 

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