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Hipismo: Rafael Losano consegue o índice nas provas do concurso completo de equitação para Tóquio 2020

Com o resultado, o Brasil possui três conjuntos com índice para as Olimpíadas com Marcio Jorge e Marcelo Tosi

Bárbara Ribeiro
Colaboradora do Torcedores.com.

Crédito: Hipismo Brasil/Divulgação

Neste domingo (17), o cavaleiro brasileiro cavaleiro, Rafael Losano, garantiu o índice olímpico nas provas de hipismo. Montando Fuiloda G,  o brasileiro conquistou a vaga definitiva nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, no Curso Completo de Equitação (CCE) – que reúne as modalidades adestramento, cross country e salto.

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Aos 21 anos, Rafael Losano com Fuiloda G atingiu o primeiro índice na Itália há duas semanas em um Internacional 4* formato Curto.  Agora, no domingo, alcançou mais um resultado positivo, no Internacional 4* formato Longo em Pratoni del Vivaro, na região de Roma.

Além dele o cavaleiro olímpico Marcio Jorge com Coronel abriu o processo de qualificação olímpica com seu resultado nos Jogos Equestres Mundiais 2018, evento 5*. Marcelo Tosi e seu cavalo Genfly alcançaram o índice no Internacional 5* Kentucky em 2019.

O membro da equipe brasileira, medalha de prata e bronze individual em Lima, Carlos Parro, o Cacá, também possuía o um índice em um 4* longo após sua conquista no Pan. Mas bateu na trave em Pratoni del Vivaro, após o seu cavalo Calcourt Landline apresentar uma lesão,  provavelmente em decorrência de um tropeço, após percurso limpo no cross.

Outro que também buscava seu 2º índice esse final de semana era o cavaleiro Nilson Moreira da Silva com Rock Phantom . No Internacional 4* em Ocala (EUA) ele apresentou boa performance no adestramento e fez percurso limpo no cross. Porém, ficou de fora da decisiva prova de salto também por um problema veterinário de sua montaria Rock Phantom.

Os candidatos a vaga no Time Brasil de CCE em Tóquio terão de 1/1/2019 até 1/6/2020. Para isso, vão precisar obter índices em um 5* ou dois em 4* curto e longo. De acordo com a regra, para manter a vaga olímpica o país precisava de três conjuntos com índice técnico (NOC Certificate of Capability) em um evento Internacional  ou dois em Internacional  longo e curto.

As equipes de hipismo nas Olimpíadas passam a ter três atletas cada e um reserva (antes eram 4 titulares e um reserva). Para a competição em todas as modalidades não existirá mais a possibilidade de descartar um dos resultados.

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