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Thiago Neves questiona motivo da comemoração do Avaí, após rebaixamento

Meia do Cruzeiro levanta suspeita de “mala branca” ao clube catarinense, que entrou no Mineirão virtualmente sem chances de se manter na Série A e confirmou a queda

Patrick Monteiro
Repórter do Torcedores com passagens por: jornal O Fluminense (Niterói/RJ) e diário Lance. Comentarista e narrador na extinta Rádio Fluminense AM 540, onde apresentou os programas "Futebol Internacional" e "Jornada Esportiva". Ex-colunista do site Chelsea Brasil. Cobriu, in loco, a Copa do Mundo FIFA 2014, incluindo a grande final (Alemanha x Argentina), entre outros eventos, como Rio Open de tênis, Copa Brasil de Vela e Conmebol Libertadores.

Crédito: Divulgação/Facebook/Cruzeiro Esporte Clube

O placar não foi alterado durante os 90 minutos de bola rolando no Mineirão, na noite desta segunda-feira (18). Com isso, o Cruzeiro se viu numa situação dramática na reta final de Brasileirão, na luta para escapar do rebaixamento. Pior ainda para os catarinenses, que saíram de campo matematicamente renegados à Série B de 2020. No entanto, houve comemoração na pequena torcida presente dos visitantes e também dentro de campo, por parte dos jogadores do lanterna do campeonato. A cena causou estranheza para o cruzeirense Thiago Neves. Ele acredita que a equipe da Ressacada tenha recebido a famosa “mala branca”, polêmica expressão usada quando um clube, sem muitas ambições já na competição, ganha um incentivo financeiro com o objetivo de complicar a vida do adversário, ajudando outro.  

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“Eu vi, agora no vestiário, o comentário de que eles comemoraram. Só pode, não é? (terem recebido incentivo para pontuar em Belo Horizonte). Para comemorar depois de terem sidos rebaixados, qual o motivo da comemoração? Confesso que não vi a comemoração deles, mas não vejo o porquê de os jogadores comemorarem o empate”, disparou o meio-campista em entrevista pós-jogo.  

Também questionado sobre o tema, Fabrício Bruno preferiu ressaltar a obrigação da Raposa de conseguir os resultados necessários para evitar a queda para a Segunda Divisão. O zagueiro entende que é preciso o máximo de empenho.  

“É difícil falar. Igual nosso gestor de futebol (Zezé Perrella) falou: é uma reta final de campeonato que envolve tudo com equipes concorrentes. Mas, independentemente se teve incentivo extra ou se não teve, temos que fazer nossa parte. Pode acontecer de mandarem incentivo, mas aqui é Cruzeiro, a camisa é muito pesada. Então, a gente tem que assumir as responsabilidades, como todos vêm assumindo, buscando fazer o nosso melhor papel”, afirmou Bruno. 

Primeira equipe fora do Z-4, o Cruzeiro soma 36 pontos na 16ª colocação, somente um a mais que o Fluminense, que abre a indesejável lista dos quatro últimos posicionados. No próximo sábado (23), às 21h (de Brasília), o desafio será contra o terceiro colocado Santos, na Vila Belmiro. 

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