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Vitor Guedes: Pedrinho e Boselli podem ficar com saída de Carille

Demissão do treinador agrada ao elenco e muda a rota de saídas e chegadas para 2020

Vitor Guedes
Vitor Guedes, nascido no sacro ano de 1977, é ZL, pai do Basílio, equilibrado... Além de jornalista diplomado, pós-graduado em Português, Língua e Literatura, colunista do jornal Agora São Paulo, debatedor do Baita Amigos, comentarista do PodcasTimão, autor do livro "Paixão Corinthiana".

Crédito: Getty Images

Maloqueiros, sofredores e Torcedores.com, Fábio Carille não seria o técnico do Corinthians em 2020 mesmo se o Timão tivesse enfiado 4 no Flamengo. Como tomou os 4 a 1, caiu ainda no vestiário, mas o seu destino estava mesmo selado e a decisão estava sendo adiada apenas para que a diretoria tivesse tempo para tentar negociar o fim da multa rescisória, hoje na casa dos R$ 5,5 milhões.

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A decisão da diretoria foi correta porque Fábio Carille, com declarações estapafúrdias sequenciais, já havia perdido completamente o comando e o respeito do grupo. O estopim foi o posicionamento de Carille após a derrota, em Itaquera, para o Del Valle, quando o treinador, de forma covarde, culpou a “juventude” do elenco (muito mais experiente que o equatoriano) pelo vexame.

Mas não foi só isso. Carille, que disse que queria Gabigol, Roger Guedes e Rodriguinho, também mexeu com os mais cascudos. E não foi só uma questão de relacionamento. Taticamente o treinador não deu qualquer sinal de que seria capaz de mudar ou corrigir ou alter um esquema que já dava sinais claros de esgotamento.

Alguns jogadores que já tinham sinalizado a seus empresários que não ficariam no Corinthians em 2020 por não querer mais trabalhar com o treinador, casos, por exemplo, de Boselli e Pedrinho, podem permanecer. Já Clayson e Manoel, que contavam com inexplicável simpatia do treinador, devem deixar o Corinthians na próxima temporada.

Sylvinho e Tiago Nunes são os nomes fortes para o ano que vem e a tendência é que Coelho dirija o time interinamente até a contratação do novo treinador. Eu, no lugar da diretoria, apostaria em Eduardo Barroca, ex-base corintiana e recém-demitido do Botafogo, nas oito rodadas restantes, enquanto estudava a melhor decisão para o ano que vem, com tempo para saber se o Corinthians estará ou não na Libertadores em 2020.

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