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Com elogios a Neymar, Renato e Arthur, Everton revela sonhos de ganhar Copa e Champions

‘Cebolinha’ relembra título pela Seleção Brasileira, fala de amigos e projeta futuro da carreira com taça no Qatar e em clube europeu

Patrick Monteiro
Repórter do Torcedores com passagens por: jornal O Fluminense (Niterói/RJ) e diário Lance. Comentarista e narrador na extinta Rádio Fluminense AM 540, onde apresentou os programas "Futebol Internacional" e "Jornada Esportiva". Ex-colunista do site Chelsea Brasil. Cobriu, in loco, a Copa do Mundo FIFA 2014, incluindo a grande final (Alemanha x Argentina), entre outros eventos, como Rio Open de tênis, Copa Brasil de Vela e Conmebol Libertadores.

Crédito: Divulgação/Facebook/Grêmio FBPA

Das categorias de base do Fortaleza para o Grêmio, até vestir a camisa da Seleção Brasileira. Everton, o “Cebolinha”, construiu sua história em quadrinhos da vida real. Ele conseguiu um espaço no time de Tite com a contusão de Neymar, que cortou o atacante do PSG da Copa América-2019. Terminou como artilheiro da competição, ao lado de Paolo Guerrero, e melhor jogador da final contra o Peru, vencida pelos anfitriões e pentacampeões mundiais. Em entrevista ao site da Fifa, o dono do número 11 do Tricolor falou sobre a experiência de jogar e erguer uma taça pela equipe canarinho, o ex-companheiro Arthur, o amigo Neymar e o técnico Renato Portaluppi, além de revelar dois sonhos pessoais: conquistar o Mundo e a Uefa Champions League. 

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“Foi um momento mágico. Desde criança, sempre sonhamos em jogar com a Seleção. Eu me entreguei ao máximo, esforcei-me nos treinamentos e, no final, consegui o melhor de mim. Estou colhendo os frutos que plantei na base de muito trabalho”, contou o atleta, que jogou com um meio-campista do Barcelona em Porto Alegre. 

“Sempre me alegra muito ver meus companheiros vencerem. E Arthur ainda mais, porque é um grande amigo meu desde que cheguei ao Grêmio. Passamos juntos pelas categorias de base no sub-17 e sub-20. Nós fomos convocados juntos para a Seleção. Ele é ótimo como jogador e como pessoa”, elogiou o “Cebolinha”. 

Neymar e Renato Gaúcho

Apesar de o Brasil ter faturado o torneio entre seleções sul-americanas em casa sem Neymar, Everton crê na soma de talento do time comandado por Tite com o amigo em campo. Para o atacante que foi um dos destaques do futebol nacional no ano, a estrela do Paris Saint-Germain segue como referência máxima neste quesito e dono de um futuro de muito sucesso. 

“É alguém que tem tudo para ser o melhor jogador do mundo. Depende dele. Quanto à habilidade, ele tem de sobra. Dentro do campo, tem uma qualidade que muitos poucos possuem, pouquíssimos. É extraordinário, o maior exemplo quanto à habilidade técnica do futebol brasileiro. Todos confiamos na recuperação dele cem por cento. É um jogador que ajuda muitíssimo a Seleção”, opinou o também admirador do homem que levou o Imortal ao terceiro título de Copa Libertadores em 2017. 

“(Renato Gaúcho) É um ganhador. Já era como jogador, e agora também como treinador. Está sendo apontado para dirigir a Seleção. É um objetivo seu, ele quer conseguir. Ele me ajudou muito. Deu-me muita confiança. Sempre fala comigo, diz que precisa de mim, e isso me ajuda muitíssimo a progredir, permitiu meu crescimento muito dentro do terreno de jogo”, avaliou. 

Futuro

Os torcedores gremistas, entretanto, podem estar entre alimentar a esperança por uma nova temporada de brilho do jovem na Arena ou arregalar os olhos. Everton tem só 23 anos e muita estrada para caminhar. Ele carrega no coração dois desejos muito especiais: chegar ao topo com a Seleção Brasileira e ouvir um hino que já virou tradição na Europa e em todo o planeta: “The Champions!”    

“Meu grande sonho é jogar o Mundial e ganhar. Espero estar na convocação definitiva em 2022, de verdade. Sempre tento me esforçar e melhorar. E quero disputar e ganhar a Liga dos Campeões. São muitos títulos enormemente prestigiados. Se Deus quiser, espero poder disputar e ganhar os dois”, confessou, finalizando a entrevista.

 

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