Conheça algumas promessas do automobilismo brasileiro que buscam chegar à F1

Pilotos do País buscam chegar nas próximas temporadas na mais importante categoria do esporte a motor mundial

Leonardo Marson
Jornalista com passagens pelas revistas Racing e House Mag.

Crédito: FIA Formula 2

O Brasil passará mais uma temporada sem representantes na Fórmula 1. Com a confirmação de Nicholas Latifi como piloto da Williams para 2020, é certo que, pelo terceiro ano seguido, não haverá brasileiros alinhando no grid da mais importante categoria do automobilismo mundial. Apesar disso, há pilotos do País em condições de, em um futuro próximo, alcançarem o campeonato.

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O mais próximo dos brasileiros a chegar à Fórmula 1 é Sérgio Sette Câmara, que com o quarto lugar na temporada da Fórmula 2 deste ano, assegurou a superlicença para correr na categoria máxima do automobilismo mundial. Apesar disso, o mineiro, que seguirá no ano que vem como reserva da McLaren, se vê sem espaço no grid, e cogita atuar na Indy na próxima temporada.

Outro brasileiro com envolvimento com equipe de Fórmula 1 é Pietro Fittipaldi. Piloto de desenvolvimento da Haas, o neto de Emerson Fittipaldi participará dos testes de pós-temporada na próxima quarta-feira, em Abu Dhabi. Neste ano, Pietro se revezou entre o trabalho com o time americano e o DTM, o Campeonato Alemão de Turismo, onde teve um quinto lugar como melhor resultado.

Pedro Piquet é outro nome que pode chegar à Fórmula 1 em um futuro próximo. Depois de terminar na quinta posição a temporada da Fórmula 3, o filho de Nelson Piquet mira subir para a Fórmula 2. Para isso, realizará um teste com a Sauber Charouz, nos próximos dias. Já Felipe Drugovich, que estreou na F3 este ano, busca seguir na categoria em 2020.

Pensando a longo prazo, o País têm outros três pilotos bem encaminhados e já ligados a equipes de Fórmula 1. Enzo Fittipaldi, irmão de Pietro, foi vice-campeão da Fórmula Regional Europeia, enquanto Gianluca Petecof fez boas campanhas nas F4 da Alemanha e da Itália. Ambos são pilotos Ferrari, enquanto Caio Collet, que correu na Fórmula Renault Eurocup, integra a academia da Renault.

Há ainda promessas em começo de formação no kartismo. Se não é possível falar sobre um futuro na Fórmula 1, não se pode descartar o nome de Rafael Câmara nas principais categorias do automobilismo mundial nos próximos anos. O brasileiro foi vice-campeão mundial da categoria OK Júnior neste ano, e é um dos principais pilotos de kart do País há algumas temporadas.

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