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Liga profissional da América do Sul sai do papel

Anunciadas as equipes e fórmula de disputa da Superliga Americana de Rugby

Leonardo Chaves
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Site da World Rugby

Depois de um longo tempo de conversas e especulações, finalmente foi lançada a nova competição profissional entre clubes no nosso continente, no dia 29 de novembro, em evento realizado no Estádio Charrúa, na cidade de Montevidéu.

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A bola vai subir em fevereiro de 2020, dando início aos jogos da Superliga Americana de Rugby (SLAR).

Seis equipes, em sistema de franquia, uma para cada país participante da liga, entrarão em campo, sendo:

  • Brasil – Corinthians.
  • Chile – Selkmam.
  • Argentina – Los Ceibos.
  • Paraguai – Olímpia.
  • Uruguai – Peñarol.
  • Colômbia – Cafeteros Pro.

A fórmula de disputa será de todos contra todos, com jogos de ida e volta a partir de fevereiro. Ao final desses jogos, no mês de maio, haverá semifinais, (com o 1º lugar da primeira fase jogando contra o 4º colocado e o 2º lugar jogando contra o 3°), os vencedores das semis disputarão o título. Vale lembrar que os colombianos da Cafeteros Pro entrarão ao final da primeira fase, disputando dois jogos (ida e volta) contra a equipe que não se classificar para as semifinais.

No que se refere especificamente ao Rugby brasileiro, a ideia é de que o elenco do Corinthians seja formado pelos jogadores da seleção, com isso espera-se que os Tupis ganhem mais ritmo de jogo e competitividade, uma vez que treinarão e jogarão juntos contra adversários qualificados durante os períodos em que não haverá competições ou amistosos entre seleções nacionais.

Já se sabe que o técnico da franquia brasileira será Fernando Portugal, ex-atleta que dirigiu os Tupis na modalidade de Sevens nos jogos Pan-americanos de Lima, Peru, em Julho de 2019. Ainda está para ser confirmado o estádio em que a equipe brasileira mandará seus jogos.

Agora é esperar por 2020 para ver os jogos e ter a real dimensão do que a Superliga poderá ser na prática, suas repercussões e efeitos no Rugby do Brasil.

 

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