Mário Bittencourt diz que Celso Barros seguirá afastado do departamento de futebol do Fluminense

Presidente mantém decisão tomada após desavenças durante a temporada 2019 e deixa futuro do cargo indefinido no Tricolor das Laranjeiras

Patrick Monteiro
Repórter do Torcedores com passagens por: jornal O Fluminense (Niterói/RJ) e diário Lance. Comentarista e narrador na extinta Rádio Fluminense AM 540, onde apresentou os programas "Futebol Internacional" e "Jornada Esportiva". Ex-colunista do site Chelsea Brasil. Cobriu, in loco, a Copa do Mundo FIFA 2014, incluindo a grande final (Alemanha x Argentina), entre outros eventos, como Rio Open de tênis, Copa Brasil de Vela e Conmebol Libertadores.

Crédito: Divulgação/Lucas Merçon/Fluminense FC

Em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (13), o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, anunciou que Celso Barros não vai retornar ao comando do departamento de futebol do clube. Ao menos esta é a decisão de momento. 

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“A decisão segue mantida. Mas estamos preocupados com outros assuntos. Vamos deixar para discutir isso mais adiante”, afirmou Bittencourt na entrevista em que avaliou os 180 dias à frente do Tricolor. 

Em novembro, quase seis meses depois da eleição, Celso foi afastado por Mário. Eles divergiram com relação a alguns temas. Por exemplo, a manutenção ou não do então técnico Fernando Diniz, demitido após a derrota, no Maracanã, por 1 a 0, para o CSA, pelo Brasileirão. O futuro do cargo está indefinido. 

“A vice-presidência de futebol é um cargo político. Infelizmente, as pessoas olham isso como um cargo executivo culturalmente. Não é. O vice de futebol é o representante do presidente no futebol. Acho que, em todos os clubes do Brasil, esta figura deveria ser abolida. Ele tem uma exposição absurda, vive em uma fritura, as pessoas acham que é ele quem contrata, mas ele referenda. Só serve para atrair ônus. Não tem bônus nenhum. Eu sei, porque fui por dois anos. Penso, hoje, que o futebol profissional deve ser tocado pelos profissionais do futebol: tem diretor executivo, treinador… A ideia, no momento, é eu acumular a função. Depois, decidirei com os conselheiros se manteremos o cargo, redistribuímos as funções ou nomeamos um vice alinhado à gestão”, explicou o presidente do clube das Laranjeiras. 

 

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