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Ramires, Gilberto Silva e mais: 6 jogadores que eram pedreiros antes da carreira

Alguns atletas se desdobravam e iam no trabalho braçal para ajudar no sustento antes da carreira

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016, radialista na Paiquerê 91,7.

Crédito: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

No Dia do Pedreiro, o Torcedores.com relembra abaixo alguns jogadores que mantinham a profissão antes de emplacarem na carreira profissional.

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Veja abaixo 6 jogadores que eram pedreiros:

Ramires
O volante Ramires, atualmente no Palmeiras, era auxiliar de pedreiro quando ainda morava em Joinville, antes de se destacar no time da cidade. Pouco tempo depois foi para o Cruzeiro e voou para a Europa, onde fez sucesso.

Gilberto Silva
Ídolo histórico de Arsenal e Atlético-MG, Gilberto Silva foi mais um que manteve a profissão antes de atuar profissionalmente. Foi campeão do mundo com a Seleção em 2002.

Juninho
Antes de chegar ao Sport, ajudava a família trabalhando como servente. O atacante não conseguiu se firmar de vez no time profissional do Sport após ser destaque em 2017, mas também teve início difícil.

Gilson
Quando atuava no Cene, do Mato Grosso do Sul, o lateral do Botafogo mantinha a profissão. O jogador trabalhava com seu pai, que também era pedreiro. O clube local não contribuía com ajuda de custo.

Enric Gallego
O atacante espanhol dividia a carreira em clubes pequenos do país com a vida de pedreiro até os 27 anos. Aos 32, no ano passado, foi um dos artilheiros da segunda divisão. Atualmente joga no Getafe.

Charlie Austin
O centroavante Charlie Austin, sensação do futebol inglês há algumas temporadas e com passagem pelo English Team, era mais um que executava a profissão. Atualmente joga no West Bromwich.

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