Tóquio se prepara para oferecer novidades tecnológicas nas Olimpíadas 2020

Além da inclusão de novas modalidades, atletas, fãs e telespectadores poderão contar com muita tecnologia e transmissão de digital

Bárbara Ribeiro
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/Twitter

Os Jogos Olímpicos em Tóquio acontecem somente no ano que vem.  Enquanto alguns atletas se preparam e outros ainda buscam uma vaga na competição do Japão. Para outro grupo, o torneio já começou e está a todo vapor, são os responsáveis por toda organização do evento e tecnologia. O último inclusive, deverá ter presença marcante e a cobertura do evento envolverá canais de streaming com forte presença do digital.

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Em setembro, a empresa de tecnologia Intel anunciou que irá utilizar nas Olímpicos de Tóquio 2020 novas tecnologias, que incluem o rastreamento 3D de atletas.  O produto de inteligência artificial será utilizado para melhorar a transmissão de eventos durante os Jogos. Além disso, haverá um equipamento de realidade virtual para recriar imagens das instalações e auxiliar no treinar funcionários.

De acordo com a diretora de Inteligência de Esportes do Grupo Globo, Andréa Tuttman, “as expectativas para Tóquio 2020 são de grandes histórias em torno de um país que ostentará tecnologia e inovações nos equipamentos esportivos, mostrando ao mundo um evento impecável, detalhista, repleto de novos aprendizados sobre a cultura japonesa”.

Segundo Andréia, na cobertura dos jogos Olímpicos cada um dos canais terá um papel bem definido. Os temas mais importantes ficarão com a Globo. Já o SporTV trará um aprofundamento, com diferentes análises e opiniões. “O Globoesporte.com amplia a possibilidade de consumo, mostrando tudo também em qualquer lugar, a qualquer momento”, explica André.

Além disso, ela explica um pouco mais sobre a estratégia adotada pelo Grupo Globo para os fãs que irão acompanhar os resultados via internet.

 “Os vídeos on demand e resumos ganharão força nas nossas plataformas digitais. Nossa estratégia é oferecer a maior cobertura olímpica com conteúdo, com uma transmissão completa, em vários formatos, com nosso melhor elenco, ao longo do dia”, esclarece.

Consumidores olímpicos

De acordo com a executiva, o Brasil não tem o hábito de se preparar para a competição como acontece em Copas do Mundo. “Apesar de toda simbologia, emoção e encantamento, os jogos olímpicos aparecem de surpresa na vida das pessoas, porque elas não se preparam para assistir os jogos como acontece na Copa do Mundo, onde o Brasil faz uma ‘parada permitida’”.

“Uma vez iniciada, toda a conexão vem à tona. Ao longo dos anos, a relação vem se estreitando e se potencializou em 2016, no Rio. Ganhamos muitas medalhas no Panamericano este ano, fomentando as expectativas para 2020”, completa.

Além disso, ela explica que para acompanhar a concorrência crescente do digital e dos canais esportivos de streaming, o Grupo Globo tem investido em dados, e no conhecimento aprofundado do consumidor. “Estudamos consumo logado e anônimo e fazemos análises descritivas, preditivas e prescritivas, usando inteligência artificial, gerando recomendações e customizações para melhor atender o consumidor de Esportes. Estamos mudando a nossa cultura para um modelo ágil, data driven e consumer centric”.

Esse tema, inclusive, será abordado no evento Summit Sportlab em um painel “Grupo Globo apresenta: Consumidores olímpicos”. O evento acontece em São Paulo, no dia 5 de dezembro, no Hotel Maksoud Plaza, e conta com a presença dos principais líderes e dirigentes do esporte brasileiro.

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