Kenny Stills, jogador da NFL, é preso em protesto por Breonna Taylor

A jovem foi brutalmente assassinada em seu apartamento

Gabriela Santos
Colaborador(a) sênior.

Crédito: Steve Mitchell - Sports/Reuters.

Na última terça-feira, Kenny Stills, da NFL, foi preso durante protestos contra a morte de Breonna Taylor. Ela foi assassinada por policiais em Lousville.

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Além do jogador, outras 87 pessoas foram detidas. Stills tem 28 anos, luta por justiça social e permaneceu ao lado de Colin Kaepernick de joelhos, em protesto durante o hino nacional da liga em 2016. Kaepernick é símbolo da luta pelos direitos dos negros nos EUA.

Kenny estava em um protesto organizado em frente da casa de Daniel Cameron, procurador, e foi acusado de intimidar uma pessoa, além de desordem e má conduta. Todos que estavam pacificamente no protesto, cobravam ao poder público, punições aos envolvidos na morte brutal de Breonna.

No dia 13 de março, a profissional de saúde teve o apartamento invadido por policiais, enquanto estava com o seu companheiro. Os envolvidos estavam com um mandato de busca, mas sem a permissão para entrar em seu apartamento. A operação era contra o tráfico de drogas, e Breonna foi assassinada brutalmente com 8 tiros.

O FBI assumiu a investigação do caso após a família da jovem de 26 anos mover processos. Das pessoas envolvidas no assassinato, um deles foi demitido e os outros dois estão impossibilitados de atuar nas ruas. Eles ainda não foram presos. Houston Texans disse apenas: “Estamos cientes da situação e buscando mais informações.”

De acordo com as alegações dos policiais, o namorado da jovem estava armado e eles entraram em conflito. Além disso, falaram que o homem atirou pensando que o apartamento estava sendo invadido por criminosos. Breonna antes de ser assassinada atuava com emergências médicas e estava na Universidade de Saúde de Louisville Health.

Além dos protestos, o assassinato da jovem está causando comoção até hoje. Ela foi lembrada por Stephen Curry e Kyrie Irving. Assim como está sendo motivo de manifestações pela cantora e ativista Beyoncé, e a atriz Viola Davis.

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