Coudet opina sobre imprensa gaúcha, abre o jogo sobre Dourado e aponta figura central do Inter: “Craque”
Técnico argentino Eduardo Coudet falou sobre vários jogadores em entrevista ao jornalista Fabiano Baldasso
Foto: Reprodução/YouTube
Durante cerca de 1h de entrevista ao jornalista colorado Fabiano Baldasso, o técnico Eduardo Coudet abriu o jogo sobre uma série de assuntos vinculados ao Inter, passando caso a caso de jogadores importantes dentro do atual plantel. Selecionamos abaixo as suas principais aspas com o determinado assunto acima:
Imprensa gaúcha e as críticas ao Inter de Coudet:
As opiniões dos jornalistas eu sou respeitoso. Cada um opina o que quer e não vou deixar de crer no meu trabalho e nos meus jogadores. Qualquer um opina. Sobre as determinações no Gauchão, tivemos muito azar. Não jogamos no Beira-Rio e no CT e três dias depois liberaram. Tivemos má sorte. Deixamos assim. Não quero falar mais, depois me cobram. Mas gosto de falar. Quando penso uma coisa, eu falo. Já falei bastante sobre o tema.
Caso de Rodrigo Dourado e o seu retorno aos campos:
Eu falo muito com ele. É um processo. Vocês estão vendo ele em imagens já há dois meses trabalhando velocidade curta e ele vai melhorando o volume de trabalho. Pelas imagens, vocês podem ver a reação, mas não o volume gerado. Que é o que ele precisa para se preparar para jogar. Ele vai se sentindo melhor. Não tem dores. Obviamente que teve uma parada importantíssima de tempo e que é um jogador importante. Me encantaria botá-lo para jogar, mas o que eu digo sempre é que temos que respeitar os processos. E a necessidade não pode acelerar os processos. Como aconteceu recentemente que precisei recorrer a Johnny. Não tinha outro volante. Poderia chamar Dourado, mas não, temos que respeitar o processo. E o processo dos jovens também, agora foi o terceiro jogo seguido que joga Johnny, o primeiro que faz 90 minutos. Quando me perguntam da base é a mesma coisa, todos têm um processo. Quando os jovens aparecem, queremos vê-los na melhor versão. O mesmo vale para os atacantes estrangeiros que chegaram. E o mesmo vale para Dourado. Vamos seguir acompanhando da melhor maneira e precisamos de todos. Temos um grupo curto. Precisamos de todos, mas isso não pode gerar aceleração de processos. E não podemos fazer c…, falando mais de pronto. Essa necessidade temos que controlar. Mas é um jogador importantíssimo, vislumbrado pelos melhores europeus e se não tivesse se lesionado já não estaria mais aqui. Vamos acompanhar para botá-lo da melhor maneira. Todos nós queremos vê-lo em campo.
Fase de Marcos Guilherme no Inter
Marcos vai voltar bem. Às vezes você está com alguma questão na sua vida pessoal e simplesmente não vai jogar quando tem partida com os seus amigos. Os nossos não têm esta opção, são profissionais e precisam ir de qualquer jeito. Marcos vai recuperar, ele se pressiona muito. Teve aquela bola do Botafogo, escapou. Faz parte dos nossos jogadores importantes. Jogar mal um jogo, dois jogos, não é drástico. E sair da equipe para entrar outro não é drástico. Assim se arma um grupo.
Edenilson é “craque”
Pra mim, Edenilson é um craque. Pode jogar em qualquer lado. É conceitual explicar onde o jogador vai jogar. Eu creio que temos bons jogadores e vou compreendo cada vez melhor os jogadores. Eu gosto dos jogadores que jogam bem.
Erros individuais como o de Rodinei contra o Bahia
Normalmente, há virtude e erro nos gols. Quando toma, tem virtude do rival e erro teu. Mas os gols são evitáveis. São coisas que vamos corrigindo. Para corrigir, tem que passar por isso. Mas não perdemos uma partida por um jogador só, nem ganhamos por um só. Somos sempre um grupo.
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