Home Futebol Jornalista faz previsão pessimista sobre o futuro de Paulo Sousa no Flamengo: “Não é coincidência”

Jornalista faz previsão pessimista sobre o futuro de Paulo Sousa no Flamengo: “Não é coincidência”

Derrota do Flamengo contra o Fluminense aumentou pressão em torno do português

Por Bruno Romão em 31/03/2022 11:01 - Atualizado há 4 anos

Gilvan de Souza/Flamengo

Após o Flamengo ser derrotado na Taça Guanabara pelo Fluminense, o reencontro da equipe de Paulo Sousa com o Tricolor não apresentou uma revanche. Com os principais jogadores neutralizados pelo sistema defensivo rival, os comandados de Abel Braga venceram por 2 a 0, placar que assegurou uma enorme vantagem para o segundo jogo da final do Carioca.

Sendo assim, as críticas direcionadas ao trabalho de Paulo Sousa aumentaram bastante. Neste cenário, na visão de Eric Faria, o treinador terá que lidar com informações que devem surgir na imprensa nos próximos dias. Isso porque seus métodos serão questionados, algo que pode influenciar em uma eventual demissão.

“Que o Fla não está jogando bem é claro. Mas…o mínimo de cobrança que a comissão técnica implantou já está tendo efeitos colaterais. Preparem-se para a enxurrada de notícias de que o grupo está insatisfeito. Que o grupo não comprou a ideia. Não é coincidência. É método. Até cair”, escreveu o repórter da Globo.

PAULO SOUSA APONTOU FALHAS DO FLAMENGO

Em coletiva de imprensa, Paulo Sousa admitiu o desempenho abaixo do esperado contra o Fluminense. Agora, o português terá pouco tempo para corrigir os erros, já que o próximo jogo da final está marcado para sábado (2), às 18h, no Maracanã.

“Hoje sem dúvida estivemos todos muito mal individualmente, tecnicamente e taticamente. E eu sou o primeiro a me colocar à frente do grupo. As coisas não funcionaram, e o nosso adversário esteve muito melhor no contexto tático que o meu colega Abel criou para esse jogo. Quisemos acelerar demasiadamente o jogo com poucas situações sobretudo no passe de pouca qualidade. E temos muita qualidade. Estávamos muito distantes nas linhas, o que não nos deixou frescos para dar mais energia na pressão”, analisou Paulo Sousa.

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