Zagueiro do Fluminense, David Braz surpreende ao falar de Gabigol, do Flamengo: “É muito oportunista”
Braz ainda revela provocações com Gabigol na final do Campeonato Carioca
Marcelo Cortes / Flamengo
David Braz, zagueiro do Fluminense, surpreendeu e defendeu Gabigol, ídolo do rival Flamengo. Ele apontou características positivas do camisa 9 rubro-negro e discordou das críticas que o atacante revelado pelo Santos perde muitos gols.
“Eu vejo gente criticando o Gabigol falando que ele perde muitos gols. O cara está sempre criando. É muito difícil marcar ele por causa do posicionamento. Ele acredita em todas as jogadas, tem facilidade, é muito oportunista”, ressaltou Braz, em entrevista ao ‘Charla Podcast’, no YouTube.
O zagueiro, que já atuou pelo Flamengo, revelou também provocações com Gabriel Barbosa na final do Cariocão: “Gabigol sabe provocar o adversário. Ele ficou me provocando na final, falando que eu estava comemorando desarme. Eu falei: ‘Fica quieto, deixa eu fazer o meu trabalho’”, disse o jogador do Tricolor Carioca.
O Fluminense bateu o Flamengo na final do Campeonato Carioca e faturou a taça após 10 anos sem conquistas. O Rubro-Negro ampliou a crise nos bastidores e Paulo Sousa segue sendo contestado pelo começo de trabalho. Agora, o Fla joga pela Copa Libertadores da América, nesta terça-feira (5), contra o Sporting Cristal.
Paulo Sousa após derrota para o Fluminense: “Normal que todos os processos iniciais sejam assim. As lideranças são construídas dentro do campo. Com certeza os resultados positivos fazem com que o processo seja mais rápido. Infelizmente assim não foi nas finais. Mas há muita coisa para trabalhar, em conceitos, dinâmica de jogo, e tudo isso é um cadinho que se vai fazendo”, prosseguiu, e destacou entender que o tempo é curto no atual contexto”, disse o português, que também falou sobre uma discussão com Gabigol ao longo do clássico:
“Aquilo que aconteceu é natural, é do jogo. Um rapaz que tem ambição de ganhar. É difícil comunicar com o nosso público, porque eles empurram, estão presentes. Ele tem que entender porque inicialmente fez [o posicionamento] com mais consistência, e naquele momento, o posicionamento dele não era o mais correto. E eu o lembrei. Tanto eu quanto qualquer um [da comissão técnica], temos que ter uma comunicação positiva”, afirmou ele.

