Home Futebol Luís Castro exalta estreia de Sauer pelo Botafogo, mas se preocupa com desgaste

Luís Castro exalta estreia de Sauer pelo Botafogo, mas se preocupa com desgaste

Técnico do Glorioso falou após a vitória sobre o Ceilândia nesta quarta-feira (20) pela Copa do Brasil

Por Victor Martins em 21/04/2022 00:56 - Atualizado há 4 anos

Vitor Silva/BFR

O Botafogo começou bem seu confronto nas oitavas de final da Copa do Brasil, derrotando o Ceilândia fora de casa por 3 a 0 nesta quarta-feira. O jogo contou com algumas novidades, entre elas a estreia de Gustavo Sauer na equipe.

O atacante foi apresentado durante a semana e logo fez sua estreia com a camisa do Glorioso, tendo uma atuação que foi bastante elogiada pelo técnico Luís Castro após a partida, assim como a do elenco na construção do resultdao que abre boa vantagem ao time da Estrela Solitária na volta.

“Já disse que esteve bem. Nós, hoje, num meio defensivo, jogamos com um 4-2-3-1 e, depois, no momento ofensivo, dávamos a largura com o Saravia e o Diego (Gonçalves) e depois na segunda parte o Victor Sá. Nesse momento, o Sauer vinha para dentro, ele vinha fazer a posição do ’10’ nas costas do ‘9’ e ficava com os volantes a fazer um quadrado com os homens de frente. Trabalhamos em 3-2-5, portanto o Sauer era um jogador que vinha defender com 4-2-3-1 nesses três do lado direito e, quando partíamos para o ataque, ele vinha se juntar. Veio a se desgastar, é uma situação nova para ele e para outros jogadores”, afirmou Castro.

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O desgaste e o temor de ver o Botafogo não conseguir impor seu estilo do jogo durante a partida foi citado pelo treinador. Luís Castro pede que o time siga atento a jogar aquilo ao qual os seus planos apontam, que é um time que vai na intensidade e na busca do ataque e que não cometa muitos erros.

“Não podemos, em função do que aconteceu de ruim ou de pior, abandonar o nosso caminho. O caminho do Botafogo é ser fiel a seus princípios ofensivos, defensivos e de transição. Em determinados momentos do jogo, estávamos a levar o jogo para o caos com uma solução bem simples. Quando a gente ultrapassava a primeira barreira de pressão do adversário, passávamos de forma desenfreada e em velocidade para a baliza e terminávamos a jogada em três ou quatro segundos. É impossível ter um controle de jogo com atitudes estas e elas aconteceram. Se o jogo pedir isso, de forma constante é impossível. Quero que a equipe tenha a intensidade que o jogo pede”, relatou.

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