Auxiliar de Bustos valoriza força do Santos na Vila após vencer Coritiba
Sem o treinador, suspenso, Peixe bateu Coritiba por 3 a 0 nesta quinta-feira (12) e garantiu a classificação para a fase de oitavas de final da Copa do Brasil
Divulgação/Flickr Oficial Santos
Suspenso, Fabián Bustos não esteve em campo para comandar o Santos contra o Coritiba, nesta quinta-feira, pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil. Mas mesmo sem seu técnico, o time conseguiu mais uma vitória na Vila Belmiro, esta por 3 a 0, e avançou na competição.
Desde a chegada do treinador argentino, o Peixe não tem conhecido dissabores dentro de casa, chegando à sexta vitória consecutiva em seu estádio. Lucas Ochandorena, auxiliar que comandou a equipe no lugar do titular da função, destacou e valorizou a força santista em sua casa nas últimas partidas. Desde 2017, a equipe não chegava numa sequência de seis jogos seguidos vencendo como mandante.
COMEMORAÇÃO DO MEU ELENCO! ⚪⚫ pic.twitter.com/SAKjK9lCXs
— Santos FC (@SantosFC) May 13, 2022
“Não posso falar da comissão técnica anterior, só posso falar da nossa e dos nossos jogadores. E das mudanças aqui desde que chegamos. Não ganhávamos seis jogos como mandante há seis anos. Falaram que era importante ser forte em casa e temos conseguido isso. A torcida lotou o estádio, fomos um time muito coletivo e isso é importante”, declarou Ochandorena.
[DUGOUT dugout_id=”eyJrZXkiOiJjZWFsWk1JNSIsInAiOiJ0b3JjZWRvcmVzIiwicGwiOiIifQ==”]
Em sua avaliação da vitória do Santos, o auxiliar de Fabián Bustos observou que houve momentos em que o time tentava apressar as jogadas, mas não conseguia as encaixar. Quando teve a paciência que julgava necessária para o Peixe controlar melhor a partida, Ochandorena elogiou o modo como seu time ‘se soltou’ no segundo tempo para fazer os gols que garantiram a passagem santista para a sequência do certame.
“Começamos bem os dez primeiros minutos. Sabíamos que o Coritiba iria diminuir os espaços e o Alef Manga iria perseguir o Madson, com eles numa linha de cinco. Apressamos muito a bola, tínhamos que fazer circular mais o passe para deixar o Madson e o Lucas Pires no mano a mano. Precisávamos de paciência, com os laterais vindos de trás para aproveitar os espaços. Corrigimos algumas coisas no intervalo, fizemos o gol logo, depois abrimos vantagem, o time se soltou e fomos bem”, comentou.

