Torcida do Atlético-MG detona cinco jogadores após novo empate no Brasileirão
Fora de casa, Atlético fica no zero com o Ceará e chega a quatro partidas sem vencer; pressão segue na equipe mineira
Premiere
O Atlético empatou com o Ceará em 0 a 0, jogo este disputado nesta quarta-feira, no Castelão, pela 12ª rodada do Brasileirão Série A. Com o resultado, o Galo fica estagnado na tabela de classificação e perde a chance de se aproximar dos primeiros colocados.
“É lógico que somos uma equipe que quer brigar por título. Ficar quatro rodadas sem vencer é preocupante, liga o sinal de alerta. Mas fizemos um bom jogo, mas jogar aqui é muito dificíl, o estado do gramado é muito ruim. Agora é descansar e pensar no duelo contra o Flamengo, que é um confronto direto para que a gente possa voltar a vencer.”, disse Everson ao Premiere.
Neste momento, o Atlético é o quinto colocado com 18 pontos. Caso o Palmeiras, líder com 22, vença seu compromisso diante do Goianiense, a diferença pode subir para sete. Durante a após a partida, torcedores ficaram extremamente irritados nas redes sociais.
Além do técnico Antonio Mohamed, muitos jogadores foram alvo de críticas. Os mais citados foram Nathan Silva, Nacho Fernández, Castilho, Hulk e Ademir.
Veja a repercussão
Cuca só em 2023
Após mais um jogo sem vitória, o técnico do Atlético novamente recebeu uma enxurrada de críticas. Cuca, o preferido do torcedor, já avisou que não assumirá nenhuma equipe nesta temporada.
Em contato com o portal Fala Galo, Cuca descartou mais uma vez qualquer possibilidade de assumir não somente o Atlético, mas qualquer outro clube ainda em 2022. O treinador ressaltou seus cuidados com questões particulares e o desejo de acompanhar in loco a Copa do Mundo do Catar.
“Não tem chance, parceiro. Tenho compromisso já com o Instituto aqui, com mais de mil crianças, já tenho agendado tudo isso aí, tenho treinos de seleções marcados e vou assistir à Copa do Mundo. Este ano eu não vou trabalhar”, disse Cuca.
Ibra no Galo?
“Esse time do Atlético foi montado nesse último ano que eu estava lá, grande parte dele, não todo, ele [Sampaoli] e o Mattos que discutiam. Ele fazia os pleitos, o Mattos olhava, discutia junto com o Renato [Salvador] e o próprio Rafael [Menin], além de mim, claro. A gente via o que cabia, pois tinha alguns pedidos que não tinha condição. Aquele jogador do rabo de cavalo, sueco, o Ibrahimović. Chegou a falar isso com o Mattos. Mas aqui, vou te falar um negócio. Futebol tem que pensar grande”, afirma Sette Câmara, ex-presidente alvinegro à Web Rádio Galo.
“Eu não consegui montar um time durante um período, sem os 4 Rs, pois não tinha dinheiro. Vou fazer o que? ‘Ah, mas você trouxe o Maicon Bolt’. Tudo bem, mas também veio o Emerson, que nós trouxemos por 4 milhões e pouco e vendemos por 50 e tantos milhões em nove meses”, completou o ex-presidente.

