Ceni quer divulgação de linhas de impedimento em lance polêmico em Palmeiras x São Paulo
Divulgação de áudios do VAR em jogo da Copa do Brasil apontaria irregularidade em lance de jogada de pênalti tricolor
Divulgação/Twitter Oficial São Paulo
O São Paulo ficou no empate com o Fluminense neste domingo (17) pelo Brasileirão Série A no Morumbi. Mas o assunto que ainda movimenta o time tem a ver com a partida contra o Palmeiras, na quinta-feira (14), pela Copa do Brasil.
Mais especificamente o lance da jogada que originou o pênalti que rendeu o gol são-paulino no tempo normal. A CBF divulgou nesta semana os áudios do VAR da partida e a entidade admitiu que deveria ter traçado a linha de impedimento no lançamento antes da penalidade cometida em Calleri. Ao falar do assunto, Rogério Ceni pediu que as imagens da jogada fossem divulgadas com a linha traçada.
“Até agora, ninguém traçou a linha. Todo mundo só falou, mas a CBF poderia ter traçado para a gente saber. Visualmente, no jogo contra o Ceará, eu achava que o Mendoza estava impedido. A linha traçou e acharam um jeito e não deram impedimento”, disse Ceni.
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“Mas mesmo que fosse atrasado, poderia se traçar a linha para a gente ter uma ideia do que aconteceu. Se foi engano, esquecimento ou se estava em condições. É importante esclarecer sempre, mesmo que seja tarde;. Tinha que ter traçado a linha. Se estivesse impedido, tinha que marcar”, completou o técnico são-paulino.
🎥 Coletiva pós-jogo: São Paulo x Fluminense
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— São Paulo FC (@SaoPauloFC) July 17, 2022
O lance é um dos reclamados pelos palmeirenses, que também pediram um pênalti não marcado em Dudu. Para o comandante do São Paulo, o fato da linha não ter sido traçada teria a ver com Leandro Pedro Vuaden ter marcado o pênalti e não ter visto o possível impedimento na jogada.
“Quando chamam em lances capitais como aquele… Acho que não foi traçada a linha. No campo dá para imaginar que não foi pela velocidade e decisão tomada. Se estava impedido, tem que traçar a linha, se estava impedido não vale o gol. A bola na mão, se foi para proteger o rosto, tem que ser justo e marcar”, comentou.

