Atlético-MG pode ter surpresa de última hora na escalação contra o Palmeiras
Cuca faz mistério para o jogo de hoje entre Atlético e Palmeiras pela Libertadores
Divulgacao
A escalação do Atlético é um verdadeiro ponto de interrogação. Sem Allan, suspenso pela Conmebol, Cuca não sabe ainda se poderá contar com Guilherme Arana e Zaracho, ambos apontados como possíveis desfalques para encarar o Palmeiras, hoje, às 21h30, pelas quartas de final da Libertadores.
Segundo informações do jornalista Thiago Fernandes, ainda não é possível cravar a ausência da dupla. Diferentemente de Arana, que não treinou nos últimos dois dias, Zaracho participou de uma parte dos trabalhos de ontem. A confirmação mesmo sairá momentos antes da bola rolar.
O provável Atlético tem: Everson; Mariano, Nathan Silva, Junior Alonso e Dodô; Otávio, Jair e Nacho Fernández; Ademir (Zaracho), Keno e Hulk.
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Grupo acomodado?
Na entrevista coletiva, Alonso negou que o elenco esteja acomodado pelas últimas conquistas. O paraguaio garante que os jogadores possuem objetivos a cumprir em 2022.
“Aqui no Brasil, já ouvi muito isso de os jogadores estarem de barriga cheia. Isso não existe. A gente sabe que o que a gente ganhou ano passado já acabou. 2022 é um novo ano. A gente tem novos sonhos, novos objetivos: conquistar novos títulos. Esse da Libertadores, por exemplo. A gente sabe disso. O professor Cuca também. Ele voltou com a mesma energia do ano passado e com uma exigência maior para ele e também para nós”, disse.
“O mais difícil para um time, para jogadores que ganharam tudo, é voltar a ganhar. A exigência é alta. Todos os torcedores e a diretoria esperam mais de nós. Sabemos disso. Amanhã será um bom dia para recomeçar e levantar a cabeça. É o que todo mundo quer”, completou.
“Falamos sempre do coletivo. Quando você fala do sistema defensivo, não é só o goleiro e os zagueiros. É o time todo, os 11 jogadores dispostos a fazer o trabalho na hora da marcação. É o mesmo no sistema ofensivo. Nos jogos passados, a gente dava um chute no gol, dois chutes no gol. Não é só problema dos atacantes. É um problema do coletivo: como a gente está trabalhando para chegar na área adversária”, conclui.

