“Se eles não querem…”: Heverton Guimarães avisa jogadores do Atlético-MG
Apresentador da Band mandou recado para jogadores que não queiram ficar no Atlético
Divulgacao/Itatiaia
Eliminado da Libertadores mais uma vez pelo Palmeiras, o Atlético junta os cacos e foca agora na continuidade do Brasileirão. Os resquícios da dura noite para o torcedor foram esmiuçados pelo apresentador da Band, Heverton Guimarães.
Para ele, Vargas teve participação direta nas duas decisões entre Palmeiras e Atlético, em 2021 e 2022. O comportamento do jogador foi tema de debate no ‘Donos da Bola MG’, desta quinta-feira (11). Na noite de ontem, o chileno seria um dos escolhidos para a disputa de pênaltis, mas foi expulso no fim.
Após uma falta cometida por Allan e Jair, Vargas reclamou ostensivamente com o árbitro colombiano Wilmar Roldan. O atleticano peitou o árbitro, que reprovou a atitude do atacabte e aplicou o segundo amarelo.
“O Vargas foi fundamental nas duas decisões de 21 e 22. Ele foi fundamental nas duas derrocadas do Atlético. Ano passado, ele pegou a bola na cara do Weverton e perdeu, foi fundamental na ida pois deixou o Dudu livre e ontem o que mais falta nele em todos os jogos, passou num momento importante do jogo. Normalmente, a gente chama a atenção pela displicência, desinteresse, mas ontem ele estava pilhado. Se ele não quer e se outros não querem, que sigam seus caminhos”, disse Heverton.
Cuca sobre Vargas
Na entrevista coletiva, Cuca afirmou que vai cobrar explicações de Vargas, uma vez que trata-se de um jogador com larga experiência. Ele, inclusive, seria um dos escolhidos para a disputa de pênaltis.
“Não tem explicação para ser expulso numa decisão. Um cara experiente, de seleção, que vai bater o pênalti. Não tem explicação. Quero ouvir dele alguma coisa para depois tomar alguma decisão”, afirmou Cuca.
Agora, o Galo foca no segundo turno do Brasileirão. Em sétimo lugar com 32 pontos, o Galo está longe do Palmeiras, líder com 45. Apesar da desvantagem, Hulk acredita ser possível.
“Temos que encarar esses 17 jogos do Brasileirão como finais. Quando matematicamente há chance, tudo é possível. Não existe nada impossível para Deus e todo nosso elenco tem muita fé. Temos encarar como finais os 17 jogos porque só temos o Brasileirão para jogar e conseguir o máximo de pontos para fazer as contas no final”, disse.
– É difícil explicar, encontrar uma explicação. Tivemos chance de fazer gol e não convertemos. Pênaltis muitas vezes é sorte e hierarquia. Estamos tristes. Mas sabemos que temos responsabilidade ainda maior. E brigar lá em cima, no G-4, que é o que todos querem – afirmou Alonso

