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Palmeiras faz exigência para emprestar reserva com salário alto ao Fluminense

Clube paulista abriu conversas, mas questão financeira é o principal entrave nas tratativas

Por Bruno Romão em 21/12/2022 10:27 - Atualizado há 3 anos

Cesar Greco/Palmeiras

Além de buscar reforços no mercado, o Palmeiras vem tratando de casos envolvendo os reservas do elenco. Dessa forma, após Wesley encaminhar saída para o Cruzeiro, o próximo da lista pode ser Jorge. Contratado para disputar posição com Piquerez, o camisa 6 não conseguiu se firmar na equipe e ainda perdeu espaço com a ascensão de Vanderlan. Sendo assim, o Fluminense, que busca um nome para o setor no mercado, demonstrou interesse em um acordo por empréstimo.

Segundo o portal NETFLU, a diretoria do Tricolor das Laranjeiras, desde setembro, tenta avançar com as conversas. Porém, mediante o salário de Jorge, o acerto ainda não está perto. Isso porque o jogador recebe cerca de R$ 1 milhão por mês no Palmeiras, motivo pelo qual o clube carioca quer pagar apenas 40% do valor. Pelo lado do Verdão, que se mostra irredutível, o desejo é de arcar com 1/3 dos vencimentos do atleta para cedê-lo ao Fluminense.

Contratado sob grandes expectativas, Jorge possui um vínculo longo com o Palmeiras (dezembro 2025). Como a expectativa é que o lateral continue sendo a terceira opção no elenco, o empréstimo é visto como a melhor solução. No entanto, a divisão salarial promete seguir dificultando a saída do jogador de 26 anos, que também foi especulado em Cruzeiro e Santos.

Novidades no Palmeiras?

Enquanto discute a situação de Jorge, o Palmeiras vem lidando com fortes cobranças da torcida. Sem anunciar nenhum reforço, o clube pode entrar em 2023 com o mesmo elenco que terminou a temporada. Mesmo com o cenário de pressão, Leila Pereira mantém o discurso cauteloso.

A princípio nos reapresentaremos com os atletas que estiveram conosco durante todo o ano, mas estamos em busca, sim, de reforços para o ano que vem. Poucos. Por enquanto não tem nada em vista. Sabemos o que necessitamos, mas nenhuma negociação está em andamento”, assegurou Leila ao GE.

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