Home Futebol Dirigente do Água Santa abre o jogo sobre planejamento que levou à final contra o Palmeiras

Dirigente do Água Santa abre o jogo sobre planejamento que levou à final contra o Palmeiras

Júlio Rondinelli comentou sobre a importância do duelo no estadual, confira.

Por Nayla Lima em 31/03/2023 11:15 - Atualizado há 3 anos

(Abner Dourado/Divulgação/EC Água Santa)

Para chegar na final do Campeonato Paulista, o Água Santa precisou vencer no São Paulo nas quartas de final e depois o Red Bull Bragantino, ambos clubes da Série A. Para o executivo de futebol do time de Diadema, Júlio Rondinelli, esse planejamento foi realizado nos bastidores, confira detalhes.

Executivo do Água Santa fala sobre final do Paulistão

Rondinelli conversou com o Portal UOL sobre a decisão estadual que será disputada no domingo (02) e posteriormente no dia 9 de abril. Assim, disse: “o critério para a escolha do Carpini foi a experiência e resultados em equipes do nosso tamanho, como no Guarani, Internacional de Limeira e Santo André. Eu trabalhei no Santo André, sei como é. É do nossos tamanho, tem recursos limitados e tem que ter capacidade para ser criativo e montar um bom elenco. Trouxemos o Carpini com muita convicção. Ainda em 2022, para o Paulista, nós montamos uma equipe muito enxuta. A folha de pagamento era de R$75 mil. Usamos a Copa Paulista para fazer uma base de jogadores, para que em 2023 nosso orçamento fosse melhor aproveitado e equilibrado”.

Sobre as contratações feitas de forma que se enquadrassem nos moldes necessários pelo Água Santa, o dirigente disse: “na época, oito atletas retornaram de empréstimo e fomos ao mercado para contratar 11 jogadores. Estes 11, todos com muito critério. Estavam em atividade, alguns já haviam trabalhado com o Carpini e entenderam que o projeto seria vitorioso. Então, eles conhecendo o treinador, sabendo da estrutura, nos conhecendo, sabendo da pontualidade e honestidade aos compromissos assumidos, acreditaram na ideia”.

Trabalho que deu certo

Finalmente, Júlio Rondinelli se rendeu ao trabalho do Água Santa para conquistar o seu lugar na final do estadual e foi enfático: “eu penso que quando se trala e tem orçamento e monitoramento permanente do Campeonato Brasileiro da Série A, B, C, não tem o que dar errado. A gente, durante o ano, vai monitorando e entrando em contato com os representantes, clubes e atletas. Estabelecemos prioridades, ofertamos e somos rápidos. É surpreendente chegar na final? É. O que fizemos a mais? Trabalhamos muito. A verdade prevalece nos vestiários, discursos e trocas de informação. Somos objetivos e práticos. Ao mesmo tempo mostrando que o Água Santa é uma plataforma segura. Um clube pequeno, mas muito profissional e que os atletas pudessem aproveitar desse momento para se lançarem ao mercado, buscarem melhores contratos, por exemplo”.

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